7 craques brasileiros que nunca jogaram uma Copa do Mundo

O país do futebol é tão rico que é capaz de produzir craques que encantaram o planeta bola mas nunca disputaram uma Copa do Mundo. São nomes indiscutíveis que fizeram história. A lista é grande, mas escolhemos 7.

A lista ficou assim:

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ALEX (Alexsandro de Souza)

Atualmente no Coritiba, clube que o revelou. Brilhou no Palmeiras, Cruzeiro e Fenerbahce. Tem 413 gols na carreira, além de 396 passes decisivos. Pela seleção, fez 12 gols em 49 jogos. Foi preterido em 2002 e 2006, por Ricardinho. No início de 1997, transferiu-se para o Palmeiras, onde jogou até 2000. No Palmeiras, Alex obteve grande destaque e se tornou ídolo da torcida, pela sua categoria e profissionalismo. Ao lado de grandes jogadores como o lateral direito Arce, o volante César Sampaio, os atacante Evair e Paulo Nunes, o goleiro Marcos e os zagueiros Roque Júnior e Cléber, conquistou a Copa Mercosule a Copa do Brasil em 1998, a Libertadores da América em 1999, e o Torneio Rio-São Paulo de 2000.

 

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EVARISTO (Evaristo de Macedo Filho)

Entre 1955 e 1967, fez 13 jogos e oito gols pela seleção brasileira.  Deixou o Flamengo e transferiu-se para o Barcelona, onde marcaria 78 gols em 114 jogos. Na época, não era costume convocar-se jogadores  que atuassem na Europa e Evaristo perdeu a chance de formar dupla com Pelé na Copa de 1958. Ele é um idolo tanto no Real Madrid como no Barça.

 

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EVAIR (Evair Aparecido Paulino)

Evair nasceu no distrito de Crisólia, em Ouro Fino, filho de uma família humilde do estado de Minas Gerais. Simpatizante do Santos na infância, ele não tinha dinheiro para comprar o uniforme do clube. Foi pelo clube paulista que Evair conquistou o seu primeiro título por um clube e um dos pontos mais altos da sua carreira. Se tornando um dos maiores atacantes da história do Palmeiras.

 

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HELENO (Heleno de Freitas)

Fez 18 jogos e marcou 15 gols pela seleção brasileira, de 1944 a 1947, vencendo a Copa Roca (1945) e a Copa Rio Branco (1947). Atacante espetacular e polêmico, deixou o Botafogo (209 gols em 235 jogos) e foi para o Boca Jrs, em 1948. Voltou ao Brasil e conseguiu seu primeiro título, com 19 gols em 24 jogos pelo Vasco. Começou então a decadência, muito rápida. Nunca conseguiu fazer um jogo no Maracanã. Sofria de sífilis e morreu louco, aos 39 anos.

 

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DIRCEU LOPES (Dirceu Lopes Mendes)

Colecionou títulos, gols e premiações nas décadas de 1960 e 1970 – campeão mineiro juvenil em 1964; pentacampeão mineiro 1965-1969; campeão da Taça Brasil em 1966; campeão da Copa Rio Branco pela seleção brasileira em 1967; tetracampeão mineiro 1972-1975; vice-campeão brasileiro em 1974 e 1975; eleito o melhor meia dos campeonatos brasileiros de 1970, 1971 e 1973. Com Saldanha no comando da seleção canarinho, Dirceu Lopes era nome certo para a Copa do Mundo de 1970 no México, mas foi cortado pelo novo técnico Mário Zagallo, que alegou já haver “muitos jogadores para a sua posição” no escrete.

 

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ROBERTO DIAS (Roberto Dias Branco)

Foi um futebolista brasileiro, bicampeão paulista de 1970 e 1971 pelo São Paulo, clube do qual é um dos maiores ídolos. Esteve entre os pré-convocados para a Seleção Brasileira de Futebol que disputou a Copa do Mundo de 1966. Começou a jogar futebol nos juvenis do próprio São Paulo, aos 16 anos. Dias sempre foi a imagem do jogador técnico. Foi o grande craque do time nos anos 1960, porém sem conquistar nenhum título, pois a preocupação era a construção do Morumbi. Os torcedores iam a campo para vê-lo, tamanha a intimidade que tinha com a bola. A saída do goleiro era através de Dias, que colocava a bola em qualquer lugar do campo. Dava chapéus, inclusive em Pelé. O próprio Pelé, aliás, reconhecia a dificuldade de superar a marcação de Dias, jogador habilidoso e técnico, sem dúvida um dos maiores que o São Paulo já teve. Era exímio cobrador de faltas.

 

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NETO (José Ferreira Neto)

É um dos maiores ídolos da história do Corinthians, tendo recebido o apelido de xodó da fiel, sendo o principal condutor do clube ao seu primeiro título brasileiro, em 1990. Ficou conhecido por seu espírito de liderança, ótimos lançamentos e por ser um exímio cobrador de faltas (foi considerado o melhor do Brasil em sua época). Ao longo de sua carreira disputou 470 jogos, tendo marcado 184 gols.



Sou amante e estudioso de esportes! Nasci em São Paulo, estudei em Los Angeles, NY e fiz pós-graduação em Barcelona, sempre acompanhando de perto as competições esportivas pelo mundo.