Adriano Imperador dá vexame no Atlético-PR. Chegou a hora de parar

Adriano Imperador é um ex-jogador em atividade com a camisa do Atlético-PR. O atacante, antes considerado um dos melhores do mundo, há tempos trocou a paixão pela bola pela vida de celebridade, e deveria fazer um favor a si próprio: pendurar as chuteiras.

O vexame pelo qual passou na noite de quarta-feira diante do Londrina, pelas semifinais do Campeonato Paranaense, deixando o campo goleado por 4 a 1 e fora da final do estadual, apenas constatou o que os dirigentes de muitos grandes clubes do País, como Santos, Internacional e Botafogo, viram ao fecharem as portas para o seu retorno em 2013: o Imperador não existe mais.

A mobilidade, a força e o potente chute de canhota que lhe renderam o vultuoso apelido nos tempos de Flamengo e Inter de Milão não existem mais. Adriano, hoje, é motivo de chacota, e não de temor dos zagueiros adversários, e faz sua equipe jogar com um homem a menos quando está com ele em campo.

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Adriano, hoje, é mais notícia na noite carioca do que dentro de campo, e acumula em seu currículo um fiasco atrás do outro, desde a vergonhosa passagem pelo Corinthians, na qual marcou apenas um gol, ao retorno patético ao Flamengo, ocasião na qual sequer chegou a jogar uma partida oficial.

Pelo passado glorioso  (dentro de campo, e não fora), pelo gol inesquecível contra a Argentina na final da Copa América de 2007, pelo título brasileiro que ganhou praticamente sozinho para o Flamengo em 2009, e pelas poucas, mas ainda boas lembranças que alguns torcedores guardam na memória, Imperador, faça a todos um favor: siga Alex e Deivid, do Coritiba, e anuncie, enfim, o seu fim no futebol.



Apaixonado por futebol e esportes em geral.