Copa: conheça os “herdeiros” dos vilões brasileiros

Copa
Getty Images

Quem não se lembra do gol de Henry para a França que mandou o Brasil de volta para casa mais cedo na Copa de 2006, ou da presepada de Felipe Melo contra a Holanda, que encerrou o sonho do hexacampeonato em 2010?

Na Copa de 2014, Henry e Felipe Melo, felizmente, não estão entre os convocados para defender França e Brasil, mas os números das camisas que eles usaram nos outros Mundiais permanecem “vivos”.

Para quem gosta de coincidências, o Torcedores.com vai mostrar, na lista abaixo, quem “herdou” os números de camisas que, por uma ou outra razão, enterraram sonhos dos brasileiros nos últimos Mundiais.

DESTAQUE
Veja as melhores histórias da quinta de Copa

Veja a relação dos novos candidatos a vilões e divirta-se.

FRANÇA: A seleção francesa já incomodou o Brasil em duas oportunidades recentes. Em 2006, Henry, com a camisa 12 às costas, aproveitou cochilo da zaga canarinho, em especial de Roberto Carlos, e marcou o gol que eliminou os pentacampeões. Agora, em 2014, a camisa 12 pertence a um jogador menos decisivo, Rio Mavuba, meio-campista do Lille. Não custa, no entanto, ficar atento. A camisa 10, que pertenceu a Zidane na final de 1998 contra o Brasil, permanece em poder de um jogador talentoso: Benzema.

HOLANDA: Algoz brasileiro na Copa de 2010, a Holanda trouxe novamente para 2014 o carrasco da seleção no jogo disputado há quatro anos pelas oitavas de final. Sneijder, talentoso meio-campista, continua com a mesma camisa 10 às costas da época em que venceu Julio César. Naquela partida, outro vilão foi Felipe Melo, camisa 5 do Brasil. Hoje, o número está nas mãos de Fernandinho, reserva do time de Luiz Felipe Scolari.

ITÁLIA: Os três gols marcados por Paolo Rossi, da Itália, na Copa de 1982, até hoje são lamentados até pelos italianos que apreciam futebol, pois todos sabem que a seleção brasileira eliminada naquela oportunidade foi a melhor que o mundo viu jogar. Vilão da época, Rossi vestia a camisa 20. Hoje, pelo menos aparentemente, o “herdeiro” não assusta tanto: Gabriel Palletta, defensor da Azzurra.

ARGENTINA: Diego Armando Maradona, camisa 10, era o dono do time na Copa de 1990, mas quem tirou o Brasil da Copa e ficou com o rótulo de vilão foi Canniggia, que vestia a camisa 7. Hoje a 7 dos hermanos está nas mãos de um jogador que vem se transformando em destaque da Copa e, portanto, perigo: Di Maria, do Real Madrid. Messi, herdeiro de Dieguito, também preocupa, e veste a 10.

BRASIL: O Brasil também tem seus vilões, claro. Na Copa de 1986, um craque com a 10 às costas, Zico, perdeu pênalti contra a França no tempo normal de jogo, e acabou levando a partida para a prorrogação e para a disputa por penalidades máximas. Hoje, a 10 está com outro craque, Neymar. Que ele seja mais iluminado e repita o que fez contra a Croácia se precisar marcar um pênalti decisivo.



Apaixonado por futebol e esportes em geral.