Copa das Copas tem ataques em festa e defesas preocupadas

Copa
Getty Images

A Copa das Copas, expressão adotada pela presidente Dilma Rousseff para enaltecer o evento sediado no Brasil, está agradando ao público pelo alto nível técnico dos jogos, salvo raras exceções, e mostrando uma característica bastante peculiar: o alto número de gols.

Nos primeiros 14 jogos disputados até esta terça-feira as redes balançaram como há muito não ocorria em Copas do Mundo. Foram 44 gols marcados, com média de 3,14 por partida, e apenas um 0 a 0 registrado, no jogo entre Irã e Nigéria.

O ótimo desempenho dos ataques antes mesmo do fechamento da rodada inicial já deixou há muito tempo para trás a primeira fase completa da Copa da África do Sul, em 2010. Há quatro anos, a competição registrou somente 25 gols em toda a primeira fase.

DESTAQUE
Copa: 5 motivos para temer o México

Os ataques também ficaram devendo nas edições de 2006 e 1994, registrando médias de 2,3 e 2,7 gols por partida respectivamente.

Tanta potência ofensiva em 2014 tem deixado até mesmo os melhores zagueiros do mundo de cabelos em pé. O capitão Thiago Silva, da seleção brasileira, brincou com a situação em entrevista coletiva.

“Para quem gosta de gol ou é admirador do futebol, essa é a Copa. Para um zagueiro, no entanto, não está nada legal”.

As principais goleadas da Copa até o momento foram registradas em clássicos. A Holanda se vingou da derrota para a Espanha na final da Copa da África do Sul e venceu a atual campeã por 5 a 1. A Alemanha, forte candidata à taça, também fez bonito, e goleou Portugal por 4 a 0.

 



Apaixonado por futebol e esportes em geral.