Duas vertentes definem manifestações sobre a Copa

Duas vertentes legítimas definem as manifestações sobre a Copa do Mundo 2014.

Uma seria a análise sobre o impacto na sociedade provocado pelos chamados “oportunistas de plantão” que se travestem através dos sindicatos naquele personagem, de certa forma odioso, que é o “pelego”, e a outra sobre aqueles que se engajam na figura pura e simples de “baderneiros”.

Luiz Ceará: O Brasil não está verde e amarelo. Está cinza

Ambos tiram proveitos do momento propício que antecede a Copa. E, o Estado sobre pressão pouco pode fazer para reprimir, haja vista estar às portas do evento máximo já consagrado.

Não bastasse estarmos reféns dos bandidos e agora dessa horda de anarquistas.

Mas, como torcedor me visto de verde e amarelo, como sempre, e acabo ignorando os fatos por mais incongruentes que sejam.

Se fustigarmos a fundo o porquê de estarmos realizando esta Copa, iremos nos debater politicamente e, obviamente, fazer severas críticas a atitude extremamente “populista” de nosso presidente antecessor. Embora não possa negar o fato de que, além desse parecer politiqueiro, aquela época estávamos na crista da onda surfando na euforia de uma economia mundial exuberante.

No entanto, se adentrarmos no âmbito da sua formação poderemos assim conjecturar, e aí é que a coisa pega fundo, e obrigatoriamente teremos que revelar os desmandos daquilo que corrói e deprava o âmago de toda uma sociedade – a corrupção.

Bem, deixemos de lado todo esse imbróglio político e sujo e tenhamos a consciência de que devemos mostrar ao mundo que, apesar dos pesares, podemos ter uma conduta de bons modos, e não tão hostil como noticiam mundo afora.

E quanto ao desenvolvimento entre as quatro linhas dessa Copa acredito que, embora esteja bastante nivelada, as figuras principais deverão fazer a diferença para seus países, caso de Cristiano Ronaldo para Portugal, Lionel Messi para a Argentina, Neymar Junior para o Brasil, Andrés Iniesta para a Espanha, Bastian Schweinsteiger para Alemanha, Franck Ribéry da França,Robin Van Persei para a Holanda, sem deixar de reconhecer entre tantos outros bons jogadores, por exemplo um Yaya Touré, da Costa do Marfim.



Envolvido com o esporte através do site www.giginarede.com.br onde pretendo montar o Museu da Várzea em conjunto com Jair Siqueira. Colunista do site de Milton Neves.