MLS é de novo paraíso para os “aposentados” do futebol

MLS

Um dos primeiros “paraísos” para os atletas que estão encerrando a carreira ou pouco dispostos a encarar a pressão dos grandes centros ressurgiu. Assim como ocorreu na década de 70, a MLS, liga profissional de futebol dos Estados Unidos, está atraindo nomes consagrados da bola.

Se nos anos 70 a terra do Tio Sam viu em seus gramados astros da magnitude de Pelé, Carlos Alberto Torres e Cruyff, hoje virou solução para jogadores que ainda têm lenha para queimar, mas que parecem preferir os gordos salários às ligas de maior competitividade.

Esse é o caso do francês Thierry Henry, que resolveu seguir as portas abertas pelo inglês David Beckham e trocar o futebol da Inglaterra pelo New York Red Bulls, seu atual clube. Henry chamou a atenção e atraiu outros nomes importantes para a MLS, que também viu passar por lá o brasileiro Juninho Pernambucano, agora aposentado.

Defoe, atacante da seleção inglesa, Lampard, craque do Chelsea e também do English Team, David Villa, ex-Barcelona, e até o goleiro Julio César, titular do Brasil na Copa do Mundo que está para começar, são algumas das estrelas confirmadas para a temporada, mas outras ainda podem chegar.

Puyol, eterno capitão do Barcelona, e Robinho, que está forçando sua saída do Milan, iniciaram conversas, mas ainda não bateram o martelo. Os dirigentes dos clubes norte-americanos sonham alto, e também querem Kaká, que pode dar uma passadinha pela Disney antes de retornar ao São Paulo.

Dinheiro, organização e estádios cheios são alguns dos fatores que explicam a nova onda entre os boleiros. Se continuar crescendo tanto fora quanto dentro de campo, a MLS tem tudo para se tornar ainda mais interessante, e levar não apenas jogadores experientes, como também as jovens promessas para a terra do Tio Sam mais rápido do que podemos imaginar.



Apaixonado por futebol e esportes em geral.