O negócio do Panamá é chapéu, não bola

Não me lembro nesses 45 anos de jornalismo, 35 no mundo da bola, do time do Panamá.

Do que eu me recordo quando falo deste simpático país, é de seu canal de 81 Km de extensão ligando o Oceano Pacífico ao Oceano Atlântico. O já famoso Canal do Panamá.

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E, evidentemente de seu principal produto de exportação. O chapéu panamá. Winston Churchill usou, Michael Jackson também. Getúlio Vargas não saía de casa sem o seu a cobrir sua careca. Santos Dumont andava pelas ruas de Campinas falando de aviões coberto pelo seu panamá. E é claro, o maior compositor deste país da bola, Tom Jobim não sentava ao piano para compor seu seu panamá naquele crânio genial.

Agora…falar que eles jogam bola? Até que fizeram uma boa eliminatória, venceram o México deram trabalho para os EUA, aos cubanos, mas…jogar bola mesmo eles não jogam. São mais do ramo de colher Carludovica Palmata e transformá-la nos famosos El Fino, o já famoso… chapéu panamá.

E com um detalhe importantíssimo. Não quero aqui estragar o romatismo do chapéu, mas ele é fabricado no Equador. Pronto já disse.

E por que eles vão jogar contra o Brasil? Porque jogam parecidos com o México, tipo cover mexicano.

Só isso.

Foto: Getty Images



Luiz Ceará é formado em Jornalismo pela PUCC-Campinas. Iniciou a carreira na Radio Cultura de Campinas e depois EPTV, filiada à Rede Globo. Trabalhou na TV Globo - SP, SBT, TV Século 21, TV Bandeirantes e RedeTV!, onde é repórter e comentarista. Participou da cobertura de 4 Copas de 3 Olimpíadas.