Relembre 5 gringos que viraram ídolos no Corinthians

Gamarra
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Com as recentes contratações do paraguaio Angel Romero e do uruguaio Nicolás Lodero, o Corinthians reafirmou sua tradição em contar com jogadores estrangeiros em seu elenco.

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Muitos deles brilharam e viram ídolos, entrando de vez para a história do clube, comandando campanhas vitoriosas e levantando troféus com a camisa alvinegra.

O Torcedores relembra alguns estrangeiros que deixaram saudades nos corações dos corintianos.

Carlitos Tevez – Contratado a peso de ouro no início da tumultuada parceria com o fundo de investimentos MSI, o atacante argentino já chegou ao Parque São Jorge com status de estrela maior de uma equipe repleta de craques. Comandou o time na conquista do Campeonato Brasileiro de 2005 e, com seu estilo raçudo e brigador, caiu rapidamente nas graças da torcida.

Apesar de ter deixado o clube em um momento tumultuado e brigado com uma das torcidas organizadas, Tevez é reverenciado até hoje pelos corintianos.

Freddy Rincón – O colombiano desembarcou no Brasil em 1994 para defender o rival Palmeiras. Mas foi no final da década que o volante viveu o auge da carreira, jogando pelo Corinthians. Ajudou o clube a conquistar os campeonatos brasileiros de 1998 e 1999, além de ser o capitão que levantou a taça do Mundial de 2000. É até hoje o estrangeiro com o maior número de atuações com a camisa alvinegra: 158 partidas.

Carlos Gamarra – O zagueiro paraguaio de rara categoria e elegância com a bola nos pés foi capitão do time campeão Brasileiro de 1998 e Paulista de 1999. Na Copa do Mundo da França, terminou a competição sem cometer uma falta sequer em quatro jogos. Seu estilo leal de jogo e sua firmeza no comando da defesa alvinegra consagraram o zagueiro em sua passagem pelo Corinthians.

Paolo Guerrero – O atacante peruano é o mais recente ídolo gringo do Parque São Jorge, graças aos dois gols marcados pelo Corinthians no Mundial de Clubes de 2012. De lá para cá, o atacante não tem conseguido emplacar uma boa sequência de jogos, mas o feito no Japão colocou seu nome em definitivo na história do clube.

Chen Zizao – Não, o chinês definitivamente não foi um craque com a camisa corintiana. Quase não entrou em campo. Foram apenas cinco jogos e nenhum gol. Mas o simpático oriental conquistou a torcida e a imprensa pelo carisma e certamente será lembrado pelos próximos anos.



Nasceu jornalista, mas só percebeu que queria fazer isso da vida quando, aos 11 anos, pediu de presente de aniversário uma assinatura da revista Placar. É doador de sangue compulsivo e jogador de futebol frustrado.