Veja os nomes que podem fazer parte da renovação da Espanha

Espanha

A eliminação precoce da Espanha na Copa do Mundo de 2014 marca o fim de um Era iniciada em 2008, com a conquista da Europa, que chegou ao ápice em 2010, com o troféu conquistado na África do Sul, e teve a “perfeição” em 2012, com bicampeonato da Euro. A partir de 2013, sobretudo após a derrota na final na Copa das Confederações para o Brasil, por 3 a 0, no Maracanã, a sua hegemonia começou a apresentar sinais de esgotamento que se concretizaram nesta quarta-feira, também no Maracanã.

A vitória do Chile por 2 a 0 fez a Espanha ter que jogar a última rodada do Grupo B apenas para cumprir tabela, assim como a Austrália. Mas, além disso, a eliminação também obriga La Fúria reformular o seu elenco, tanto em razão da idade de alguns atletas, quanto pelo esgotamento do seu tic-tac.

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Veja abaixo alguns nomes que podem liderar essa reformulação:

De Gea: o goleiro do Manchester United vem crescendo com a titularidade na Inglaterra. Casillas, o atual titular e capitão, estará com 37 anos no próximo mundial e após levar 7 gols nesta Copa, deve passar o bastão;

Sérgio Ramos: o zagueiro-artilheiro estará com 32 anos e muito mais experiente, já tendo vivido em Copas do Mundo o céu e o inferno, logo, terá conhecimento de sobra para, a partir da defesa, ajudar a montar uma nova Espanha;

Piqué: a exemplo de Sérgio Ramos, terá experiência para ajudar a recompor La Roja, sobretudo porque é uma peça chave do Barcelona que também passa por processo semelhante;

Busquets: é o principal volante de marcação espanhol e, com ou sem Xabi Alonso (que terá 36 anos na próxima Copa), deve ser o responsável por dar proteção a agora experiente dupla de zaga espanhola;

Thiago Alcântara: lesionado, não pode jogar esse Mundial, mas é a grande esperança espanhola para susbstituir Xavi e terá os próximos quatro anos confirmar essas expectativas;

Koke: o ótimo meio-campista do Atlético de Madrid cresceu muito na última temporada e com o envelhecimento de Xabi Alonso e Xavi tende a receber mais oportunidades;

Iniesta: o autor do histórico em 2010 sobre a Holanda, estará com 34 anos em 2018, mas ainda tem lenha para queimar e pode ser o ponto de desequilíbrio neste processo;

Diego Costa: a sua estreia na Copa do Mundo foi péssima, tal qual a sua segunda partida, mas a temporada 2013/2014 foi incrível e, caso consiga manter esse ritmo em dos gigantes da Europa, será nome certa nos convocações da Espanha que, com a reformulação, precisará de um grande artilheiro.