EUA no Mundial de Basquete: Dobradinha possível e provável

O cenário parece um replay, exceto pelo fato de que agora vivemos o Mundial feminino de basquete e não o masculino. Entretanto, o panorama que pode ser apresentado quando o assunto é a seleção dos EUA é sempre o mesmo: Favoritismo. Não importa o sexo ou com qual equipe venha para a competição.

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E, depois do título em 2010, a confederação norte-americana está determinada a conquistar o bicampeonato e não poupou suas principais estrelas da WNBA.

Para se ter uma ideia, o treinador Geno Auriemma possui, em seu elenco estrelado, simplesmente três atletas de absoluto respeito: Brittany Griner, Diana Taurasi e Maya Moore. Enquanto Griner e Taurasi levantaram o título da WNBA com o Phoenix Mercury, Moore conseguiu, mesmo sem chegar as finais da liga, se tornar a MVP da temporada.

Isso porque nem considerei duas atletas como Sue Bird, com história de anos envergando a camiseta norte-americana, e Candice Dupree, outra peça-chave na conquista da franquia de Phoenix em 2014.

O que dá alento é uma tendência maior de equilíbrio natural existente nos mundiais femininos com relação aos confrontos de seleções de alto nível e a presença de outros bons planteis como a Espanha, República Tcheca, Austrália, Canadá… porém, é inegável que todas essa equipes estão um degrau abaixo.

Por vezes, chega a parecer até injusto tão vasto é o material humano a ser trabalhado. Com isso dito a possibilidade de termos as seleções masculina e feminina de basquete conquistando os lugares mais altos do pódio não só parece uma dobradinha possível, mas provável.

O masculino já fez a sua parte. Aguardemos os próximos capítulos.



Jornalista formado em 2012 pela FIAM e que tem paixão por esportes, destacando-se Futebol, MMA, Basquete e Automobilismo. Foi editor e repórter do Universo dos Sports.