O que esperar do Brasil no Mundial feminino de basquete?

Basquete

Com um resultado expressivo em 2006 (4° lugar após perder nas semifinais para a então campeã Austrália) e uma eliminação precoce em 2010 (oitavas de final, caindo diante da Rússia), a seleção feminina de basquete começará neste sábado sua caminhada no Mundial de Basquete, na Turquia, enfrentando a República Tcheca, às 15h15 (horário de Brasília).

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Após o primeiro e único título no torneio vir em 1994 na geração fantástica de Hortência, “Magic” Paula e Janeth, as seleções seguintes não conseguiram manter o mesmo nível, muito em função da ausência de um trabalho mais aprofundado na questão estrutural do esporte, fazendo com que a conquista não rendesse frutos para que o Brasil se mantivesse no Top 5 dentre as maiores seleções do planeta.

Passando sempre por altos e baixos nas competições, entrar em um grupo com duas potências europeias e mundiais (Espanha e República Tcheca) além de uma seleção sempre complicada de se enfrentar como é o Japão, as comandadas de Luiz Augusto Zanon terão muito trabalho para avançar a próxima fase.

Porém, pode ser justamente esse grau de dificuldade que colocaria a mescla de experiência de juventude em uma verdadeira “prova de fogo”. Apesar de talentosas, essas meninas ainda não passaram por uma dificuldade dessa magnitude.

Sonhar com uma medalha não seria nenhum absurdo, porém o objetivo inicial deve ser mesmo melhorar o nono lugar obtido em 2010. Parece mais palpável a uma equipe que passa por reformulação, já que o treinador chegou há pouco mais de um ano. Como dito anteriormente, a fase de grupos pode ser o grande teste. Para o bem ou para o mal.

Foto: Divulgação



Jornalista formado em 2012 pela FIAM e que tem paixão por esportes, destacando-se Futebol, MMA, Basquete e Automobilismo. Foi editor e repórter do Universo dos Sports.