Seleção feminina busca o ouro no Mundial para coroar geração

Começa nessa terça-feira o Mundial feminino de vôlei, disputado na Itália. E a seleção brasileira busca o único título que falta para essa geração que já ganhou tudo.

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Ao todo, são dez títulos de Grand Prix, duas Olimpíadas, sem contar as conquistas em Copa América e Pan Americano. O Mundial é o único título que falta para Fabiana, Thaísa, Jaqueline e Sheilla.

Mas o caminho para as jogadoras brasileiras é mais difícil do que para os homens, pelo menos na primeira fase de classificação. Bulgária, Turquia e Sérvia prometem fazer jogo duro com a seleção.

No jogo de estreia, o Brasil enfrenta a Bulgária, única seleção a ganhar das brasileiras na temporada passada. Além de ter um time muito promissor, as búlgaras tem talentos individuais que podem complicar o jogo para a seleção brasileira. A principal jogadora do lado adversário é a ponta Vasileva, que jogou no extinto time de Campinas, e quem o técnico Zé Roberto conhece muito.

Principais adversários

Mas a disputa pelo Mundial tem adversárias maiores como as norte-americanas e as russas. Os Estados Unidos contam com um time jovem, que apesar de não ter se classificado para as finais do Grand Prix é uma das equipe favoritas ao mundial. A responsável por ajudar a levar o time ao título da competição é a ponteira Larson.

Já a Rússia, bicampeã mundial conta com a volta de Gamova, a oposta de 2,02 de altura. Além dela, a ponteira Kosheleva é outra jogadora que pode complicar a vida do Brasil no Mundial.

Na teoria Estados Unidos e Rússia são os principais adversários da seleção brasileira. Mas equipes como Turquia, Servia, Itália e China podem e devem complicar muito nesse Mundial.