Southampton vai lançar pulseira inteligente para o torcedor

Southampton lançar pulseira bPay para melhorar experiência do torcedor nas lojas oficiais e estádio do clube.

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Sabe aquela história de que futebol e tecnologia não combinam? Esqueça! Tecnologia e futebol quase que se complementam hoje em dia, e os clubes que souberem usar sairão na frente.

Desde a Copa do Mundo fala-se sobre software de análise de dados, utilizados pela campeã Alemanha, utilização de câmeras para comprovar que a bola passou pela linha do gol, dentre outras funcionalidades.

Mas, e o torcedor/consumidor? De que forma ele está sendo impactado diretamente pela tecnologia? O que de fato está sendo feito para melhorar a experiência do matchday e o clube conhecê-lo melhor?

Pensando nisso, o Southampton assinou um acordo com a Barclaycard e irá oferecer uma pulseira bPay nas cores do clube. Para quem não sabe o bPay é a plataforma online de pagamento da Barclay e a pulseira utiliza o conceito de werable technology (tecnologia vestível), possibilitando uma maior facilidade e integração entre o smartphone (e outros devices) do usuário com os dispositivos de terceiros.

Além da integração da pulseira com todas as lojas do seu estádio, o que facilita o acesso a produtos pelos clientes (diminuindo até filas) e evidencia a possibilidade de outras ofertas, por ser um produto pessoal permitirá que o clube conheça mais profundamente o perfil do seu torcedor de modo a criar condições especiais para que o clube, e as empresas associadas a este, possam trabalhar de uma forma mais integrada e personalizada para cada um. Isto meus amigos, é o conceito de big data aplicado ao esporte.

Imagine que você, quando no estádio, costuma consumir um refrigerante específico. Agora imagine que o clube e a empresa distribuidora, conhecedoras do seu gosto, lhe ofereçam descontos e ofertas especializadas baseados nesse seu perfil de consumo.



Empreendedor, formado em Administração e Gestão de Projetos. Acha que a assistência é mais importante que o gol e sempre quis ser um camisa 10, mas foi no máximo a 2. Enxerga o esporte mais do que as quatro linhas, acredita ser um negócio, uma manifestação social, uma experiência única. Espera transformar o futebol brasileiro em uma Champions League.