Fluminense e Unimed: Fracasso de venda de hospital pode ter sido o motivo do fim da parceria

Até hoje, muito tem se especulado sobre o que teria provocado o rompimento da parceria de 15 anos entre o Fluminense e a Unimed. Visivelmente, sabe-se que o presidente do clube, Peter Siemsen, e o presidente da ex-patrocinadora, Celso Barros, tinham uma relação bastante complicada, mas seria realmente isso o motivo para o encerramento de um acordo tão rentável para as duas partes?

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Segundo trabalho de apuração realizado pelo repórter da Rádio Transamérica, Lucas Machado, não. Conforme matéria divulgada pela rádio carioca, até o dia 8 de dezembro, a parceria entre o plano de saúde e o clube seria renovada, pois a decisão já havia passado pelo Conselho Gestor da Unimed responsável por deliberar sobre essas situações. No entanto, a crise financeira pela qual passa a empresa vinculava o sucesso da acordo à negociação de um hospital, que não aconteceu.

Na sexta-feira (12 de dezembro), antes do anúncio, a patrocinadora acertou a venda do hospital dela, na Barra da Tijuca, para a rede Door. Porém, uma reviravolta deixou a empresa numa sinuca de bico: a venda não foi concretizada, o que, inclusive, teria inviabilizado até mesmo a permanência da Unimed nas mangas da camisa tricolor. Os problemas financeiros seriam tão grandes, segundo a reportagem, que o grupo apostou na venda dos medalhões para resolvê-lo.

O Fluminense também teria sido afetado gravemente pela  mudança repentina na situação e, sem patrocínio, foi levado a aceitar uma das primeiras ofertas que recebeu, mesmo que não fosse a mais vantajosa em um cenário de normalidade.