Relembre alguns jogadores do Botafogo que já fizeram o Vasco sofrer

Getty Images

O clássico de domingo (29) entre Botafogo e Vasco é marcado por vitórias marcantes de ambos os lados e também por jogadores que se destacaram por ser carrascos de uma ou outra equipe. Se para os vascaínos Romário é um nome que assusta aos botafoguenses, Dimba e Maicosuel não trazem boas lembranças ao cruzmaltino e o Torcedores.com vai relembrar o motivo disso acontecer e de outros jogadores.

LEIA MAIS:
Relembre algumas vitórias marcantes do Vasco sobre o Botafogo
Botafogo é o clube brasileiro que mais deve ao governo federal; veja o valor
Além de Daniel Carvalho, Almir deve ser outro reforço do Botafogo para a Série B

Na década de 1960, o Botafogo contava com boa parte dos jogadores da Seleção Brasileira em seu elenco. Assim, quando o Glorioso e o Gigante da Colina se enfrentaram em 1968 pela final do Campeonato Estadual, a superioridade Alvinegra não foi surpresa, mas o placar que confirmou isso sim: 4 a 0, gols de Jairzinho, Gérson, Roberto e Rogério, causando uma profunda tristeza nos torcedores vascaínos.

Sensação semelhante também aconteceu em 1990. O gol do jovem Carlos Alberto Dias em um confuso Campeonato Carioca iniciou uma polêmica que terminaria na sala de reunião da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. Com a vitória do time da Estrela Solitária, ele foi campeão, mas naquela época o Vasco da Gama deu a volta olímpica no Maracanã com uma caravela e se considerou campeão também. Seria assim, se não fosse o gol de Carlos Alberto Dias.

Em 1997, Edmundo vestia a camisa 10 do Vasco da Gama e já havia provocado o Botafogo com uma “reboladinha”, mas foi com o gol do até então desconhecido Dimba que o Glorioso respondeu e, em cima do time de São Januário, levantou mais um troféu. O ano que terminaria com tricampeonato nacional do Vascão, começou com um vice-campeoanato difícil de esquecer até hoje.

Outro nome que os torcedores vascaínos não esquecem é o de Maicosuel, craque alvinegro no ano de 2009 que, em semifinal da Taça Rio, simplesmente acabou com o jogo e com as esperanças do time da Cruz-de-Malta de levantar o troféu do estadual. No ano seguinte, na final da Taça Guanabara, foi Loco Abreu, em cobrança de pênalti, que pôs números finais a um duelo que marcou a vingança de um time que havia sido humilhado na fase de grupos por 6 a 0.