5 motivos para acreditar no título de Mogi no NBB

Com chegada dos Playoffs, a equipe da grande São Paulo, que investiu no elenco no início da temporada com ajuda da prefeitura e de patrocinadores, colheu seus frutos: terminou em quarto colocado, indo direto às quartas de finais do Novo Basquete Brasil

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Vamos aos cinco motivos:

TORCIDA: No final da temporada passada, Mogi das Cruzes/Helbor chegou até às semi finais, mas acabou derrotado. No entanto, o time de Mogi foi o que teve a maior média de público do campeonato, com mais de 2000 torcedores por jogo. E isso não foi uma exclusividade do NBB6, pois Mogi é o líder de desde o NBB5, quando começou a participar da competição. Neste ano, com um time mais caro, a diretoria passou a cobrar a entrada em todos os jogos, diferente das outras temporadas. Esperava-se que a média caísse, porém, a torcida Mogiana não deixou a desejar e novamente vem com a média pra cima de dois mil pagantes, e prometo lotar o gigante Hugo Ramos, de capacidade para 5.000 pessoas, nos Playoffs.

CAMPANHA: Mogi, que foi vice colocada da liga sul-americana teve um aproveitamento de 70% na competição, somando 21 vitórias em 30 jogos, sendo assim sua melhor temporada desde a chegada à elite do basquete brasileiro. Por isso, os jogadores que agora compõem o elenco estão empolgadíssimos para melhorarem ainda mais o desempenho e irem atrás da histórica taça para a cidade.

SHAMELL E TYRONE: A dupla norte-americana, das ótimas pontes aéreas, faz a diferença pro time. Shamell é o cestinha da competição com 20.2 pontos por jogo, além de ser o cara que mais fez pontos na história do NBB. Tyrone, por sua vez, é capaz de jogar em três posições na equipe, apoiando no lugar que Paco Garcia, seu técnico, quiser. Além de atacar, “Ty”, como é conhecido pela torcida, é um ótimo ladrão de bolas, além de defender bem tanto na linha dos três como em baixo da cesta.

PACO GARCIA: Se Mogi chegou aonde chegou na temporada passada, muito se deve ao ótimo trabalho do técnico espanhol, que com sua rigidez, fez o time jogar em conjunto e ir adiante na competição. Mantendo o projeto neste ano, o técnico fez com as estrelas recém chegadas jogassem para o time, e não para si, além de cobrar muito da marcação, algo que, por exemplo, Shamell não fazia em seu antigo clube. A fórmula deu resultado e hoje Mogi espera de camarote os adversários das quartas de final.

OS 3 PILARES: Apesar de o time ter passado por uma reformulação quase que por inteira no início da competição, três jogadores ficaram, e estão ali desde o começo da retomada do basquete na cidade de Mogi das Cruzes. Thomas Gehrke, Gustavinho Lima e Filipin são a base da equipe. Apesar de Filipin não ser titular, o ala entra muito bem nas partidas e foi o cestinha do último jogo da fase de classificação. Além de serem importantes nas pontuações, são eles que passam o espírito que o time sempre teve, de garra e coletividade, fazendo os jogadores não desistirem de nenhuma jogada, e serem chamados de “time de guerreiro” pela torcida, oriundo da temporada passada.

Crédito da imagem: Alex Tavares
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Jornalista em formação no Mackenzie, estagiário do Torcedores.com e fotógrafo. Fanático por basquete, tênis, surf, futebol e futebol americano.