Análise sobre a Pista do Bahrein

Fonte: Instagram oficial F1

No meio do deserto, mais precisamente, Sakhir. É onde a fórmula 1 desembarca para mais um final de semana de corrida. Embutido no calendário desde 2004 a corrida ficou de fora do calendário apenas em 2011, por conflitos religioso/políticos que assolavam o país.

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O circuito tem 5,214m de extensão e roda em sentido horário, a corrida será disputada em 57 voltas o que totaliza quase 300 km de prova. Em 2010 a prova foi disputada em outra configuração do circuito, com 6,299m, mas no ano seguinte voltou à configuração original.

Em minha opinião, o GP do Bahrein de 2014 foi a melhor corrida da temporada passada, com uma bela disputa entre Rosberg e Hamilton, com o inglês levando a melhor sobre o alemão e um pega ferrenho entre as equipes restantes, uma prova digna de se assistir em pé.

O primeiro vencedor da corrida no deserto foi Michael Schumacher com sua Ferrari, Alonso é o maior vencedor do circuito, com três vitórias (duas ainda de Renault e uma de Ferrari), atrás do Espanhol, temos Massa e Vettel com duas vitórias cada um.

O circuito possui três generosas retas e uma parte travada muito divertida, O povo do deserto  já viu algumas surpresas largarem na pole, por exemplo: Robert Kubica largou da posição de honra em 2008 com sua BMW Sauber e em 2009 (na era de hegemonia da Brawn GP) a galera do deserto presenciou uma dobradinha da Toyota no treino classificatório com Trulli e Ralf Schumacher.

A corrida se tornou noturna a partir de 2014 a pedido de ninguém menos que Bernie Ecclestone, fica um visual bonito? Claro que fica, mas os pilotos reclamam dizendo que o aquecimento dos pneus é prejudicado e mexe com todo o acerto do carro, uma prova durante o dia provavelmente traria resultados finais diferentes.

E para alegria dos espectadores brasileiros a fórmula 1 volta a ter horários acessíveis, noite no Bahrein o treino classificatório no sábado e a corrida no domingo tem o mesmo horário: 12h00, apertem os cintos, vamos para mais uma etapa do mundial!



Serranegrense de 26 anos. Diferente da maioria dos escritores,não sou jornalista formado, e sim cientista, detalhe esse que não diminui minha paixão pela escrita automobilística. Apaixonado por esportes à motor desde criança, se há corrida passando na TV, paro pra assistir independente do que tenho pra fazer. F1, F-Indy, Motogp, Stock Car, Formula-E.