Opinião: Molico não é favorito, mas precisa ser (muito) respeitado

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A final da Superliga Feminina de Vôlei, que será disputada no próximo dia 26 de abril entre Molico/Nestlé, de Osasco, e Rexona/Ades, do Rio de Janeiro, tem favoritismo do time carioca. Mas a equipe paulista precisa ser respeitada, e muito.

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O desempenho do time de Bernardinho em toda a primeira fase da competição, além dos playoffs, credencia o Rexona a um papel de melhor fase, maiores expectativas. Mas o próprio exemplo da equipe carioca, que no ano passado saiu de um terceiro lugar na fase de classificação para ser campeão de forma surpreendente, serve como aviso para uma possível repetição em versão Osasco.

Campeão do Top Volley no fim do ano passado, o Molico/Nestlé foi campeão paulista e teve seus piores momentos nas derrotas em clássicos diante do Rexona e do Sesi na Superliga. Caiu fora da Copa Brasil, ficou para trás na classificação da competição principal nacional, perdeu em casa o Sul-Americano para as cariocas. Tudo isso gerou uma crise de confiança em Osasco.

Mas como grande time formado por jogadoras excepcionais que é, o Molico soube tirar força da fraqueza e avançou na Superliga sem precisar de um terceiro jogo diante do Sesi, que lutava para roubar dele o protagonismo nacional após ser o primeiro time a deixar o Osasco fora de uma final da Superliga após nove anos, em 2014.

É por essa capacidade e por ter nomes como Dani Lins, Camila Brait, Thaísa, Adenizia, entre tantas outras grandes jogadores, que o Molico pode até não ser favorito, mas merece muito respeito.

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Editor do Torcedores.com, está no site desde julho de 2014. Repórter e apresentador da TV Torcedores. Formado pela Universidade Metodista de São Paulo, já passou por UOL, Editora Abril e Rede Record. Participou da cobertura da Copa do Mundo de 2014, de dois Pans, dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 e do Rio 2016.