Banco do Brasil suspende patrocínio no vôlei brasileiro

A estatal suspendeu benefício destinado a Confederação Brasileira de Vôlei pela segunda vez, conforme publicado no portal da Espn. No final do ano passado, as duas entidades retomaram a parceria que havia sido interrompida, após as denúncias apontadas pelo relatório da Controladoria Geral da União, que apontou diversas irregularidades em contratos da CBV.

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Após as denúncias apuradas pelo repórter Lúcio de Castro do canal esportivo, a CGU investigou, e constatou que a verba destinada a confederação foi utilizada para pagamentos de contratos irregulares. Após a fase de denúncias, a CBV se comprometeu com o Banco do Brasil em honrar com as medidas impostas pela controladoria. A parceria retomou no dia 11 de dezembro de 2014, um mês depois, as duas entidades assinaram o contrato aditivo retomando as relações e repasse de dinheiro para o esporte.

De acordo com o site da Folha de S.Paulo, o banco suspendeu o pagamento desde fevereiro, menos de um mês após a assinatura do contrato aditivo. Um dos motivos que levaram o Banco do Brasil a retomar a parceria com CBV que a confederação se comprometeu a implantar as medidas. Entre essas medidas era a criação de um comitê de apoio a diretoria, além de revisão e supervisão dos contratos da confederação. A maior entidade do vôlei brasileiro tinha o prazo de 90 dias para se adequar as exigências do principal patrocinador.