Opinião: Pênaltis perdidos e outros não marcados. O Palmeiras chegou quase lá!

César Greco/Ag. Palmeiras

Faltou pouco. Um pênalti perdido. Um ou outro não marcados. Um gol bem anulado aos 42 minutos com uma precisão espantosa de cerca de 40 centímetros. O Palmeiras chegou quase lá.

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O fato é que os rumos do segundo jogo da final do Campeonato Paulista já estavam traçados. Custei a admitir, mas no fim das contas, na ponta do lápis, foi aquela bola do Dudu na trave que começou a nos custar o título.

Não é ele, Dudu, o único culpado. Nem mesmo pela expulsão na Vila Belmiro.

Quis assim o futebol!

Quis assim a Federação Paulista, ao escalar o Sr. Guilherme Ceretta de Lima para apitar a grande final!

Também não é ele, o juiz, o único responsável pela derrota verde, mas não me sai da cabeça a ideia de que existem diversas formas de se conduzir uma partida a um resultado que se queira. Formas bem mais sutis, indiretas, quase que imperceptíveis aos olhos desatentos.

Não é somente um pênalti escandaloso não marcado ou um gol mal anulado que definem uma má (ou tendenciosa) arbitragem. Isso é o óbvio.

Há também o cartão amarelo desnecessário logo aos 3 minutos de partida. Há também o “amarelamento” de quase todo o sistema defensivo ainda no primeiro tempo. Existem as faltas invertidas. Têm as faltas marcadas para matar contra ataques, as inúmeras “faltinhas” no meio campo que travam o jogo… E por aí vai…

De qualquer forma, não quero fazer parecer que culpo exclusivamente a arbitragem pela nossa derrota.

Prefiro falar da “culpa” por termos chegado até esta final.

Essa é a “culpa” de uma torcida que lotou todos os jogos na sua casa.

É “culpa” de um sacudir de poeira raramente visto, a ponto de em menos de 5 meses transformar a terra arrasada da beira do precipício, em um passo da glória.

A “culpa” é da história e do peso dessa camisa, principalmente em decisões contra o Time do Governo Federal.

A “culpa” é do amor incondicional que reconduziu o Gigante quase de volta ao seu lugar de costume e de direito. Digo “quase”, porque o de costume e de direito é o título, não o vice.

Falta pouco.

Jogamos contra todas as expectativas. E as vencemos.

Mostramos que quem perde em não transmitir nossos jogos não somos nós, mas a emissora.

Ficou comprovado que os “antis” não somos nós, mas os outros.

Só acho que há algo que não precisa de prova. Aquilo que é público e notório.

É que o Palmeiras é grande!

Existem coisas que não precisam ser afirmadas ou reafirmadas. Elas apenas são. E essa é uma delas!

Valeu, Palmeiras! Estamos com você!

Avanti.

Crédito da foto: Divulgação/Site oficial SE Palmeiras



Advogado. 30 anos. Amante do futebol de modo geral e da Sociedade Esportiva Palmeiras de forma incondicional! Recentemente montamos um blog sobre futebol (www.porbaixodaspernas.com.br), onde podemos expor nossas opiniões da maneira que mais gostamos: com a visão das arquibancadas!