Opinião: As lambanças da arbitragem brasileira ultrapassaram as barreiras nacionais

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A arbitragem de Sandro Meira Ricci no jogo do último dia 24, quarta-feira, na Copa América, foi mais um episódio vergonhoso para a arbitragem brasileira. O que já não estava bom ultrapassou as barreiras do país e marcou mais um vexame para os árbitros nacionais.

Um jogo que estava disputado e vibrante acabou com um gostinho de decepção, principalmente para os uruguaios.

Que dirá o jogador Edinson Cavani que foi reclamar com o bandeirinha sobre uma falta inexistente que foi marcada e ainda teve que aguentar o dedo do adversário nos seus fundilhos e retrucou com um tapinha leve. Porque convenhamos, a dedada desagradável que sofreu o atacante é de tirar qualquer um do sério. Tendo problemas extra-campo ou não. Pior para ele, que não tem o poder de decidir quem fica em campo ou não.

O que aconteceu em Santiago é mais um exemplo de que a arbitragem brasileira precisa urgentemente de uma reciclagem. Nos campos nacionais o que se tem visto são juízes despreparados que se aproveitam dos cartões amarelos e vermelhos para se impor em campo e punir os jogadores.

Nesse futebol moderno onde o jogador tem que aceitar calado faltas mal marcadas, ignoradas ou pênaltis inexistentes, o juiz, que deveria ser um coadjuvante, torna-se o destaque do jogo. Pena que seja um destaque negativo.

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Jornalista formada e assessora de imprensa por paixão. Gosto de futebol desde que me conheço por gente. Mas há alguns anos também aprendi a amar o futebol americano com a mesma intensidade. Desde o surgimento do Nadal, me encantei pelo tênis e hoje não perco nenhum grand slam ou atp. Para mim escrever é um prazer, uma vocação!