Ordem no Palmeiras é acabar com oscilação após show em clássicos

César Greco/Ag. Palmeiras

O lateral-esquerdo Egídio deu o recado na entrevista coletiva da última terça-feira: “Não adianta fazermos aquele jogo contra o São Paulo, se não ganhar da Chapecoense”. De fato, o ala do Palmeiras tem razão em se preocupar. Em 2015, o Verdão tem um retrospecto respeitável em clássicos, porém acaba oscilando nas partidas seguintes, impedindo a chance de engatar a quinta marcha nas competições.

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No Campeonato Brasileiro, o Palmeiras venceu os dois dérbis, além da goleada por 4 a 0 sobre o Tricolor no último domingo, bateu o Corinthians por 2 a 0 em Itaquera na quarta rodada. O desempenho na sequência, entretanto, foi tão decepcionante que custou o cargo de Oswaldo de Oliveira. Na quinta rodada, o Verdão empatou em 1 a 1 contra o Internacional no Allianz Parque e, na sequência, perdeu para o Figueirense no Sul por 2 a 1.

No Campeonato Paulista, a situação não havia sido diferente. Ao vencer o São Paulo por implacáveis 3 a 0 no Allianz Parque, o Alviverde fez uma atuação irreconhecível contra o Red Bull e foi superado por 2 a 0. Ainda no Estadual, após eliminar o Corinthians nos pênaltis da semifinal, a equipe foi derrotada na decisão. É verdade que para o Santos em outro clássico – e também nos pênaltis -, mas as estatísticas comprovam que os altos e baixos preocupam a comissão técnica do Verdão.

Por isso o técnico Marcelo Oliveira pede as mesmas engrenagem e compactação na partida desta quarta-feira contra a Chapecoense no Allianz Parque. E a cobrança não para por aí: o treinador está obcecado pelos três pontos também contra a Ponte Preta em Cuiabá (estádio neutro e com a maioria da torcida palmeirense) e contra o Avaí, novamente em casa.

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Foto: César Greco/Ag. Palmeiras



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.