Presidente do Flamengo não descarta acordo para ter Guerrero contra o Corinthians

Getty Images

Após vitória contra o Joinville em Santa Catarina, o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, foi questionado a respeito do polêmico acordo com o Corinthians em que concordou em não utilizar Paolo Guerrero contra sua ex-equipe. À ESPN Brasil, o mandatário manteve o discurso de que a utilização do centroavante peruano tem que estar de comum acordo com ambos os times. Por enquanto o Timão se mostra irredutível a liberá-lo, mas o cartola rubro-negro admite esta aberto a negociar o assunto.

LEIA TAMBÉM:
Irônico, Cristovão desdenha sobre demissão no Flamengo: “Gosto de carinho”
Cristóvão aprova estreia de Ayrton no Flamengo
Aliviado, Everton afirma que vitória é resposta para torcida do Flamengo
Sheik dedica vitória a Cristóvão e afirma que Flamengo confia em seu trabalho

“Qualquer possibilidade de acordo tem de ser bom para as duas partes. E principalmente neste caso com o Corinthians. Temos um acordo com ele (Guerrero) e pretendemos cumprir. Se houver qualquer coisa que poderia recompensá-los, seja bom para eles, a gente pode evoluir”, afirmou Bandeira de Mello.

No contrato, Guerrero estaria fora do clássico no próximo dia 12 no Maracanã, mas poderia atuar no segundo turno quando a partida for disputada na Arena Corinthians. E se o acordo permitisse que o camisa 9 do Flamengo atuasse agora, mas ficasse fora do jogo em São Paulo? “Vamos continuar para conversar para ver o que acontece. Se não for possível, vamos entender e aceitar”, completou o presidente.

À espera de Guerrero, o Flamengo respira um pouco mais no momento após a vitória em Joinville. Agora o Urubu chega aos 10 pontos e ocupa a 14ª colocação da tabela do Brasileirão. Guerrero só chegará ao Rio de Janeiro depois de sexta-feira, quando disputará o terceiro lugar da Copa América com a seleção peruana diante do Paraguai.

Curtiu a matéria? Siga o autor no Twitter: @fontes_matheus.
Facebook: Matheus Martins Fontes.

Foto: Getty Images



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.