Bruno Rosa: conterrâneo de Guga no talento que largou o tênis para estudar

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Quando Gustavo Kuerten já começava a ter dificuldades de levar a carreira adiante por causa das dores no quadril, outro catarinense despontava, mas no circuito juvenil. Bruno Rosa era apontado em 2004 como a maior aposta para “suceder” o trono que Guga deixava para o tênis brasileiro. Dono de esquerda de uma mão, raquete do mesmo patrocinador do ídolo e sob os conselhos de Larri Passos, criava-se enorme expectativa em torno desse jovem talento.

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No circuito juvenil, Rosa era o melhor brasileiro no ranking ITF em 2004 e alcançou a oitava posição. Com menos de 18 anos, já mesclava torneios profissionais em seu calendário júnior e, em 2006, subiu perto de 500 posições na lista da ATP em um período de seis meses. Quando batia à porta do top 400, o catarinense completava 20 anos, mas, para surpresa de muitos, optou por encerrar a carreira no esporte.

Como assim? Rosa se mudou para os Estados Unidos com o objetivo de estudar Economia na Rice University, em Houston, no estado do Texas, onde ficou de 2007 a 2010. Nesse período, jogou tênis no competitivo circuito universitário, porém sem mais ambições no profissional. De lá, saiu um grande profissional na área financeira.

Por outro lado, o tênis brasileiro ficou, de certa forma, “na mão”. Esse foi um dos primeiros sinais de que a busca por um novo Guga não seria tão simples assim…

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Foto: Reprodução/ESPN



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.