Flamengo ainda pode brigar pelo título brasileiro e história recente prova isso; veja

Mauricio Val/VIPCOMM

O Flamengo faz uma campanha instável no Campeonato Brasileiro até aqui e inicia, neste domingo, o segundo turno em 13º lugar, com 23 pontos. Para essa camisa que respira títulos e tem sempre a obrigação de manter-se entre os primeiros, há muito trabalho pela frente para reconstruir a imagem arranhada pela campanha nas 19 primeiras rodadas. Mas a história recente lembra que não se pode subestimar o Rubro-Negro, porque, quietinho, ele pode surpreender no final, como aconteceu em 2009 com o hexacampeonato nacional.

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Na ocasião, o Rubro-Negro começou o Brasileirão comandado por Cuca, mas sem o brilho apresentado no Carioca, onde foi campeão. Sem resultados expressivos e bastante criticado pela torcida, o técnico acabou demitido. No seu lugar, a diretoria efetivou Andrade, que conseguiu colocar a equipe nos trilhos. Soube liderar um esquadrão antes desmotivado, mas que não poderia ser subestimado com Adriano Imperador e o incansável Petkovic.

Lentamente o Urubu foi subindo na classificação, mas nunca foi apontado como candidato claro ao título. Tanto que, dois meses antes do fim da competição, o Flamengo estava a 10 pontos do líder Palmeiras de Muricy Ramalho. Mas pouco depois da metade das rodadas, os cariocas dispararam, principalmente no espaço entre a 22ª e 30ª rodadas, em que conseguiram seis vitórias e dois empates, incluindo um show particular de Pet contra o Verdão em pleno Palestra Itália.

A liderança só veio na penúltima rodada com vitória por 2 a 0 sobre o Corinthians, em Campinas, e daí foi só encerrar a arrancada com chave de ouro diante do time reserva do Grêmio no Maracanã. Apesar de sair atrás do placar, David Braz e Ronaldo Angelim se tornaram heróis e permitiram que os rubro-negros soltassem o grito que estava preso na garganta desde 1992, quando Júnior ergueu a taça do Nacional.

Relembre o último jogo contra o Grêmio:

E aí, flamenguista, ainda acredita na recuperação do Urubu em 2015?

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Foto: Mauricio Val/VIPCOMM



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.