Para Federer, longevidade se explica pela nova geração: “não é tão forte”

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Com 34 anos completados no último dia 8 de agosto, Roger Federer se sente como um menino. Segundo ele, está melhor agora do que há 10 anos, quando iniciava seu longo reinado no topo do mundo do tênis. De volta ao circuito da ATP nesta semana para a disputa do Masters 1000 de Cincinnati, onde é o atual campeão, o suíço falou sobre a sua longevidade no esporte.

“A minha geração é muito boa. Lembro da época de juvenil, com os jogadores que assim como eu nasceram entre 1981 e 1982, nós éramos fortes. Legal ver e saber que muitos deles seguem no circuito atualmente. Me sinto surpreso por ver tantos ainda em quadra”, salientou o detentor de 17 títulos de Grand Slams.

Nesta terça (18), Federer venceu por duplo 6/4 o espanhol Roberto Bautista Agut na estreia em Cincinnati e avançou à segunda rodada. Na chave, só há um jogador mais velho que ele: o croata Ivo Karlovic, que desfila seu arsenal de aces no alto dos seus 36 anos.

“A geração que deveria nos tirar não é tão forte. Quem tem 25 anos, por exemplo. Essa geração tem poucos jogadores, assim como os de 20. Há bons jogadores, mas longe dos 30, 35 que tinham quando a nossa geração começou. E nós continuamos”, explica Federer.

Seis vezes campeão em Cincinnati, o ex-número 1 do mundo segue firme na busca pelo sétimo troféu. Em seu caminho estará o sul-africano Kevin Anderson, que desafiará Federer pela segunda rodada em jogo a ser disputado nesta quinta-feira (20).

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Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.