Veja um pouco da história da parceria CBF Topper

1982-BrasilA Seleção Brasileira de futebol teve diversos fornecedores de camisa ao longo dos tempos, mas uma marca marcou os anos 80 em parceria conjunta. A brasileira Topper.

No final dos anos 70, a FIFA determinou que os países filiados tivesse confederações separadas para cuidar do futebol e o Brasil se adequou a esta norma e foi criada a Confederação Brasileira de Futebol para gerir os destinos do esporte mais popular no país. Como havia uma primeira novidade, aconteceu uma troca de fornecedor de camisa e o contrato existente com a alemã Adidas e a brasileira Topper foi indicada para vestir o time canarinho, sob comando de Giulite Coutinho.

A marca esteve ligada com o time nacional em três Copas do Mundo, sendo que a primeira foi na Espanha em 1982. A novidade era a troca do tradicional escudo com a Cruz de Malta para um modelo azul, com a taça Jules Rimet e um traço de polêmica… a inclusão de um ramo de café. Claro que a atitude gerou queixas da FIFA por este fato. Embora o time tenha caído diante da Itália, a campanha do selecionado nacional deixou muito boas lembranças nos fãs de futebol.

A segunda copa foi em 1986, com o comando de Octávio Pinto Guimarães e Nabi Abi Chedid, e tal qual o evento passado, a Topper vestiu o time comandado por Telê Santana. O time voltou a não chegar à fase decisiva, desta vez caindo nas quartas de final diante da França.

A marca ainda estaria presente em mais uma Copa com a Seleção Brasileira, em 1990, na Itália, e desta vez, a campanha foi horrível. Três vitórias com futebol apagado e horroroso contra Suécia, Costa Rica e Escócia e no jogo que teve uma atuação um pouco melhor, contra a Argentina, uma derrota por 1 a 0, num lance que Maradona teve seis jogadores em cima dele e achou Caniggia livre acabou com o sonho do tetracampeonato mais cedo. A entidade já estava sob comando de Ricardo Teixeira, que mudaria tudo no futebol nacional dali por diante.