Capitão do tri do Flamengo em 2001, Beto hoje ajuda mulher a administrar buffet

Reprodução/Site do Flamengo

O Flamengo não é uma exclusividade em contar desde sua existência com jogadores considerados pernas de pau, carregadores de piano e talentosos. No setor de meio-campo, isso a cada ano fica mais provado. Na década de 2000, o rubro-negro contou com Joubert Araújo Martins, ou se preferir Beto, o garoto bom de bola, nascido em Cuiabá (MT) e que antes de iniciar a carreira vendia picolés e trabalhou como empacotador de supermercado.

Hoje o ex-jogador de 40 anos, que já foi apelidado, segundo ele pelos vascaínos de “Beto Cachaça”, vive no Rio de Janeiro e ajuda a sua mulher Marcela à administrar um buffet e é muito feliz ao lado dos filhos Pedro Henrique e Heloísa.

Beto, que, entre outros clubes, pelo quatro grandes do Rio de Janeiro e Seleção Brasileira, foi muito bem na Gávea e está no hall dos heróis do tricampeonato carioca de 2001. No ano anterior, Beto já tinha marcado seu nome ao conquistar o bicampeonato e por ter feito embaixadinhas na final contra o rival que mais gostava de atuar, o Vasco da Gama.

Em 2001, o time comandado por Zagallo estava rachado em três. A turma do Juan, do Pet e a do Edílson, por isso a conquista ganhou ainda mais destaque. Beto, para quem não sabe, era o capitão da equipe e jogou aquela final com infiltração para suportar as dores. No mesmo ano, Beto também levantou a taça da Copa dos Campeões, em uma final eletrizante e inesquecível contra o São Paulo, sendo autor de um dos gols na primeira partida vencida por 5×3.

Crédito da foto: Reprodução/Site do Flamengo



Sou formado em Publ & Prop, jornalismo e rádio. Trabalhei em grandes empresas do ramo de serviços e desde 2003 atuo na área esportiva. Fiz parte da equipe da rádio Record e rádio USP, onde criei, produzi e apresentei 2 programas esportivos. Coordenei o principal programa jornalístico da rádio Estadão ESPN. Atualmente atuo na área comercial.