Delegado nega interferência externa na polêmica de Chapecoense x Palmeiras

Delegado oficial da partida entre Chapecoense e Palmeiras, nesse domingo, Marco Antônio Martins foi o centro das atenções ao final da partida. Ainda no primeiro tempo, o lateral Egídio recebeu cartão vermelho do árbitro Jailson Macedo de Freitas por uma falta que não aconteceu em William Barbio. Ao ser avisado pelos auxiliares do equívoco, o juiz voltou atrás na decisão e o jogador do Palmeiras voltou a campo.

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A maioria dos presentes na Arena Condá estranhou que a mudança de decisão do árbitro demorou tanto tempo. Desconfiou-se que o quarto árbitro teria recebido informações fora do gramado, hipótese negada pelo delegado da partida negou em entrevista.

Segundo Marco Antônio, a demora de cerca de cinco minutos entre a expulsão e anulação do cartão vermelho ocorreu pela “falha nos equipamentos de rádio da arbitragem”.

“A gente fica procurando erro em um acerto da arbitragem. O que ocorreu foi a falha de comunicação dos rádios do auxiliar 1 e do árbitro. Ele deu a falta e a comunicação falhou. Houve demora e o árbitro conseguiu ouvir o auxiliar. A informação não chegou em cinco minutos, chegou em três, o que é muito. Não podemos burlar a regra e passar informações. A Fifa não permite. Não houve interferência externa, quero que fique provado isso”, disse o delegado. 

Na súmula, após a partida, o árbitro sequer mencionou detalhes sobre o lance polêmico. Vale citar que, ao longo da partida, a arbitragem também se enrolou no terceiro gol da Chapecoense. Túlio de Melo subiu mais que Rafael Marques e cabeceou para o gol. O lance foi inicialmente anulado por impedimento de William Barbio, que sequer participou da jogada. Porém, o juiz se corrigiu mais uma vez e confirmou o gol instantes depois.

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Foto: Reprodução/SporTV



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.