Dez gigantes da grande área que levam perigo a cada bola cruzada no videogame

Fifa, PES, Winning Eleven, o que for: eles estão em todos e sempre com os mesmos atributos. Força, estatura e cabeceio. Os amantes do futebol virtual sabem que às vezes a melhor forma de se ganhar o jogo é jogando a bola para área. O chuveirinho surte efeito, especialmente quando você tem no seu time um desses:

Jan Koller (República Tcheca) – Típico representante do futebol bruto. Mas era bacana jogar com a República Tcheca de Cech, Rosicky, Baros e Koller (2,02m) lá na frente. Bola na área o tempo todo. Pobre dos zagueiros.

Peter Crouch (Inglaterra) – Era uma tristeza… Você tinha que evitar passar a bola para ele, porque com a redonda nos pés o homem era um desastre até no PlayStation. Mas, com 2,03m, ao menos servia na hora de dar balão para área.

Luca Toni (Itália) – Com 1,93m, Toni até era capaz de mostrar alguma virtude com a bola no chão e nos pés. Como bom representante do velho futebol italiano, também tinha no cabeceio sua principal arma.

Nwanko Kanu (Nigéria) – Quem disser que nunca pegou a Nigéria apenas para jogar com o Kanu no ataque não conhece a verdadeira magia do videogame. Kanu tinha 1,97m e assombrava as defesas rivais, nos games e nos campos.

David Trezeguet (França) – Convenhamos que qualidade técnica não era o forte de Trezeguet. Pelo 1,90m, era útil quando você tinha ele no seu time e precisava empatar ou virar. Claro, bola na área.

Tore André Flo (Noruega) – Quem lembra dele? O centroavante de 1,93m fez até gol contra o Brasil de 1998 e não constumava perder disputas pelo alto.

Oliver Bierhoff (Alemanha) – Esse é para o pessoal mais da antiga. Com 1,92m, Bierhoff fez fama graças aos seus precisos cabeceios e arremates de fora da área. Com Klinsmann, formou uma das belas duplas de ataque do futebol moderno.

Patrick Kluivert (Holanda) – O gol de cabeça que fez contra o Brasil na semi da Copa de 1998 o resume como jogador. Mortal na bola alçada. Tinha 1,88m e sempre foi goleador nos games também.

Adriano (Brasil) – Não ousaríamos fechar uma lista sem colocar um brasileiro. Ainda mais quando se trata de um centroavante rompedor (1,90m) que aliava força física e qualidade técnica. Que saudades, Imperador!

Vieri (Itália) – Com “só” 1,85m, não era tão alto quanto os demais, mas era o demônio por cima. Quem o encontrasse de noite, seria melhor que atravessasse a rua.

Crédito da foto: Arquivo/Copa do Mundo 2006.



Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.