Rogério Ceni como dirigente do São Paulo? Ele responde se rejeita ou não

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O São Paulo vive uma crise interna e isso não é inegável. A briga de Aidar e Ataide Gil Guerreiro, presidente e vice, deixou isso claro, tanto que Guerreiro se demitiu após a confusão. Em divulgação do lançamento da linha de relógios personalizados do time, Rogério Ceni afirmou que o Tricolor não tem obrigação de lhe dar um cargo no clube.

“Não tem obrigação nenhuma de oferecer nada. Tenho muito carinho e gratidão à instituição, independentemente das pessoas que lá trabalham. Talvez no futuro eu tenha esse prazer, mas agora não tem nenhuma obrigação e nem terá ressentimento por isso. Ficarei momentaneamente desligado do clube, mas o nome ficará. Sempre vi os ídolos ficarem presentes e acredito que será assim comigo também. É preciso ter mérito para ocupar qualquer cargo em um clube”, explicou Ceni.

Mas enquanto não pensa em algum cargo no clube, Rogério Ceni se preocupa com uma de suas funções dentro de campo. Acostumado a fazer gols, ele quer aumentar.

“Mais um ou dois gols, pela minha média. Espero que sejam gols importantes. Se não acontecerem, os 131 já estão bem representados. E que os outros sejam para uma conquista da Copa do Brasil”, desejou Ceni, que prefere não pensar na aposentadoria.

“Faltam, no máximo, 13 partidas. Para quem já jogou 1240, um número muito pequeno. Tento viver o dia a dia sem pensar, deixar para ficar triste quando chegar realmente. Se eu pensar hoje, é muito pesado para se carregar por mais dois meses. Sou privilegiado por chegar aos 42 anos ainda jogando no clube do meu coração, um dos maiores do mundo”, finalizou.

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Jornalista. Como todo torcedor também gosto de dar meus pitacos. Fã da seleção italiana, do Milan e do Arsenal.