5 dicas para amenizar a famosa “dor pós treino”

Dor pós treino. João Paulo Pachela, da equipe do BEST TRAINER FLAVIO SETTANNI da Sett Coaching dá 5 dicas preciosas.

TODOS os praticantes de atividades físicas já sentiram aquela famosa “dor pós treino”. Seja no período de início da prática ou retomada das atividades, seja na troca de treinos ou execução com alta intensidade. Alguns a idolatram como símbolo de um treino eficiente. Outros se sentem muito desconfortáveis com ela. Mas o fato é que quem ainda não sentiu isso, não praticou atividades físicas.

No geral, a dor pós treinos acabará sempre existindo. E elas não são de todo ruim, já que mostram realmente que o treino foi intenso. Mas existem maneiras inteligentes e eficientes de lidar com elas, diminuindo o sofrimento (que é, muitas vezes, desnecessário!) e melhorando os resultados. Veja 5 dicas que preparamos para você:

  1. Alongamento – Após a sessão de treino, alongue de maneira bem leve os músculos trabalhados. Nada de “esticar” a musculatura e ficar grandes períodos com ela doendo e em posição desconfortável. Nessa hora, o que vale é apenas aquela sensação de relaxamento, em baixa amplitude e por pouco tempo.
  2. Aquecimento e Desaceleração – O período de aquecimento antes do treino é importantíssimo! Ele permite a elevação gradual da frequência cardíaca, fazendo com que o organismo prepare as articulações para os exercícios, protegendo os músculos de possíveis lesões. Após o treino, faça caminhadas ou exercícios cardiovasculares de baixíssima intensidade, por 10 minutos. Isso contribui para a remoção do ácido láctico acumulado, diminuindo o potencial lesivo dele.
  3. Água – A hidratação é fundamental para os processos biológicos, entre eles o sistema locomotor e o imunológico. Tomar água apenas ao longo do treino e passar o dia todo sem beber nada, não resolve a questão. Procure hidratar-se bem ao longo do dia e nos treinos, permitindo que o organismo tenha matéria prima para produzir os fluídos corporais responsáveis pela lubrificação articular e também para a remoção de substâncias tóxicas provenientes do metabolismo, que está mais acelerado com os exercícios.
  4. Rotina de atividades – Mantenha a disciplina com relação a sua frequência nos treinos. Quem não consegue estabelecer uma rotina de exercícios, além de não alcançar os resultados desejados, permite que as melhoras obtidas com a prática desapareçam, diminuindo a condição física geral e deixando o praticante mais suscetível às dores pós-treinos.
  5. Diminuição de cargas – Treinar sempre no limite mostra que seu treino está errado. Faz parte da ciência do treinamento modular as cargas da semana para que o organismo tenha tempo suficiente de reparar os tecidos e promover uma adaptação positiva, os chamados anabolismo e supercompensação. Certifique-se de que existirão semanas mais fracas e semanas mais fortes durante seu treinamento. Isso ajudará não apenas a diminuir as dores pós-treinos mas também a maximizar os ganhos!

Lembrem-se que os famosos anti inflamatórios podem ajudar mas não são necessários na maioria esmagadora dos casos. Eles só devem ser prescritos por médicos. Além de mascarar possíveis lesões, podem gerar uma adaptação do organismo, fazendo com que seja necessário tomar doses cada vez maiores para que os efeitos desejados sejam atingidos. Fique esperto!

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