5 textos de Mauro Beting sobre a final da Copa do Brasil que vão te emocionar

Palmeiras
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Palmeiras e Santos iniciam nesta quarta-feira (25) a disputa pelo título da Copa do Brasil de 2015. As duas equipes se reencontram pouco mais de seis meses após disputarem a taça do Campeonato Paulista, que acabou ficando com o Santos. Será que desta vez o Alviverde irá aproveitar melhor a chance de voltar a soltar o grito de campeão?

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Seja Palmeiras. Seja palmeirense, impaciente:

O palmeirense acredita no Palmeiras. Naquilo que nos faz viver melhor neste mundo. Naqueles que um dia vão nos mandar pro outro mundo.Não tem lógica e não precisa mesmo ter. Não tem explicação e não pode ter. Não tem razão e só pode ser emoção. Posso não acreditar neste Palmeiras contra o Santos. Mas quem torce crê. Eu vou sempre crer no meu time contra todos. Não é profissão de fé por não ser profissão. Mas é fé. Vocação. É Verdão.

Eu quero o titulo:

A gente já fez grandes jogos este ano. Ganhamos grandes clássicos. Perdemos pontos em jogos estranhos. Ainda estamos montando nosso time. É equipe para dar mais liga no ano que vem. Chegar onde chegamos este ano já está bom. Mas só bom é pouco. Palmeiras é pra muito. Para muitos. O duro é que os caras são muito bons, e estão em grande fase. Não sei… Só sei que não podem dar o Palmeiras como morto. “Apequenado”.

Respeitem a nossa paixão:

Oremos por todos os Santos – menos o Futebol Clube. Sociedade somos. Esportiva é nossa alma. Palmeiras é nossa sina que Palestra nos ensina. Rezamos e amamos ajoelhados em pé deitados sentados jogados no sofá prostrados no chão elevados aos céus caídos de divisão erguidos campeões do século ungidos finalistas de amanhã. Sem vírgulas e pontos finais. Só três pontos. Pontos penais. Pontos de partida e de prélios que a dureza não tarda e não falha.

É Palmeiras:

É hoje.
Não, gente. É desde 26 de agosto de 1914.
É amanhã.
Não, pessoal. Vai até a data da sua lápide.
É Palmeiras. Basta.
Ser campeão do século ou bi da B somos nós. Espalhamos nossas maiores alegrias que são mesmo maiores e são tão alegres quanto a dos outros. Espelhamos nossas tristezas que são nossas como são de quase todos.
Não somos mais que os que só se enxergam. Não somos menos que os que se acham. Quem se acha se perde. Quem busca encontra. E todos nos encontramos mesmo vestidos de verde. Investidos da divina graça de celebrar um gol pulando assim. Fazendo amigos assim. Fazendo a família ainda mais unida.

Um grande campeão:

Copa do Brasil é filha da Taça Brasil. A primeira competição nacional. A que primeiro deu vaga para a Libertadores. Disputada entre 1959 e 1968. A Era de Ouro do futebol brasileiro. Dela só participavam campeões estaduais. Nem todos os gigantes brasileiros puderam disputá-la. E dois dos maiores foram os maiores vencedores.

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