Marcelo Oliveira declara: “quero fazer parte da história do Palmeiras”

Cesar Greco / Palmeiras / Divulgacao

Treinador conversou com a imprensa na tarde desta terça-feira sobre o primeiro jogo da final da Copa do Brasil. O técnico, como de costume, respondeu a todas as perguntas de forma muito incisiva e deixou claro que quer fazer parte da história do Palmeiras.

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O “jogo da vida” do Palmeiras está se aproximando. Nesta quarta, o Verdão faz a primeira partida da final diante do Santos, na Vila Belmiro. Como de costume, o técnico Marcelo Oliveira concedeu entrevista coletiva na Academia de Futebol para falar sobre o jogo.

O treinador palmeirense comentou sobre sua opção por comandar alguns treinos fechados, alegando que a tática pode não fazer com que o time vença um jogo, mas que pode gerar alguma surpresa no adversário. Destacou também a importância da concentração para a partida, bem como o fato de não utilizar o “favoritismo” da imprensa ao Santos como um fator determinante.

“Não me utilizo disso. Estão falando. Santos é um time bom, teríamos de estar muito bem se fosse outro time de tradição. É o Palmeiras que precisa estar forte, atento, concentrado. É isso que estamos buscando nos treinamentos, que seja combativo e busque sempre o gol”, comentou.

O técnico foi lembrado pelos jornalistas do fato de estar em sua quarta final de Copa do Brasil, tendo sendo vice-campeão nas três anteriores (Em 2011, no Coritiba, perdeu para o Vasco; em 2012, ainda pelo Coxa, foi derrotado pelo Palmeiras; já em 2014, pelo Cruzeiro, o revés se deu diante do Atlético-MG). Hoje no Verdão, o treinador busca seu primeiro caneco na competição, mas mantém os pés no chão.

“Um técnico três vezes vice-campeão, na Europa, é premiado. Aqui pode ser um fracasso. Não devo pensar nisso. Vou pensar que é muito positivo chegar em uma competição que tem 80 equipes, com as principais equipes brasileiras, e utilizar a experiência”, disse Marcelo Oliveira.

O ambiente do Palmeiras é sempre muito conturbado após derrotas, principalmente após situações em que títulos estão em jogo. Questionado se uma derrota pode derrubá-lo do Palmeiras, o treinador revelou o seu desejo em relação ao clube.

“Não pensei nisso, sinceramente. E não tenho essa preocupação. Vim para cá para fazer o melhor trabalho possível. Meu apego é muito maior ao trabalho, sou apaixonado, do que ao emprego. Tendo saúde, se não estiver empregado aqui vou estar em outro lugar. Mas quero fazer parte da história do Palmeiras“, decretou.

Foto: César Greco / Palmeiras / Divulgação