Fernanda Gentil chora com discurso emocionante de Guga no Prêmio Brasil Olímpico

Reprodução/SporTV

Quando esta matéria informa que o discurso de Gustavo Kuerten, o Guga, foi emocionante durante o Prêmio Brasil Olímpico, na última terça-feira, é nítido que o autor está dando sua opinião a respeito do fato. Mas o catarinense sabe muito bem como deixar todos de olhos lacrimejados com suas palavras espontâneas. Fernanda Gentil que o diga também quando ouvia o tricampeão de Roland Garros falar como estava honrado em receber o Prêmio Adhemar Ferreira da Silva.

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Guga foi honrado com o prêmio das mãos do vencedor do ano passado, o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, e já chegou ao palco em prantos. “Hoje é o dia de 2015 que senti mais orgulho de ser brasileiro, de estar aqui perto de vocês”, começou o ex-número 1 do mundo do tênis.

“Acho que o esporte tem essa capacidade de envolver a gente, emocionar, sou um apaixonado. Sete, oito anos, lembro muito claramente daquela imagem do Joaquim Cruz já ganhando o ouro, geração de prata, e sonhei um dia participar de uma Olimpíada e de chegar até lá. Vivi esse sonho em Sidney, Atenas, e me considero um campeão olímpico por ter ido até lá defender meu país junto com tantos atletas que admirava (…). Muito obrigado por estar aqui hoje. O esporte, para o brasileiro, precisa ir além do resultado. A gente fica muito marcado ainda por ganhar, mas para o esporte é muito pouco, esporte serve para a vida, esporte é educação. O esporte é muito”, continuou Guga. Você pode assistir ao discurso no site do SporTV.

Homenageado este ano pelo COB, Kuerten foi eleito o Atleta do Ano no Prêmio Brasil Olímpico de 1999, 2000 e 2001. Em 2000, o brasileiro não pôde comparecer à cerimônia, pois já estava treinando para a temporada seguinte. Vale lembrar que, em dezembro daquele ano, Guga conquistou a Masters Cup de Lisboa, tendo batido Pete Sampras e André Agassi nas fases finais.

Por não ter comparecido ao prêmio, Guga foi representado por sua avó Olga. Na última terça, o manezinho da ilha fez questão de lembrar desse episódio para enfatizar o quanto se sentia grato pela honraria recebida do COB.

“Lembro que no ano de 2000 recebi o prêmio aqui de melhor atleta e já estava treinando, minha avó que veio receber por mim. Queria agradecer porque nesses momentos a gente vê um filme da vida, vê toda a família, e quase todas as pessoas que passaram aos nossos olhos a gente tem que agradecer. É o Larri, minha mãe, o pai que me deu uma raquete de tênis, e hoje queria deixar um beijo especial para ela (avó) que veio receber o prêmio, um prêmio importante”, contou Kuerten.

O Torcedores.com esteve atento à cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico e mostra, a seguir, oito imagens de Fernanda tentando segurar (sem sucesso) as lágrimas no palco.



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.