“Juvenal só morreria depois que me derrubasse. Morreu feliz”, diz Aidar

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Crédito da foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net

O ex-presidente do São Paulo Carlos Miguel Aidar resolveu atirar para todos os lados. Nem o falecido Juvenal Juvêncio escapou da língua afiada do ex-mandatário Tricolor.

“Juvenal disse que só morreria quando me derrubasse. E ele conseguiu. Morreu. Como disse a esposa dele, morreu feliz”, disse Aidar à rádio Bandeirantes.

Aidar e Juvenal Juvêncio eram aliados mas, pouco tempo depois de assumir o comando do São Paulo, ambos viraram rivais e até inimigos declarados.

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“Juvenal foi cria minha, assim como próprio Leco, Marcelo Portugal Gouvêa… A dificuldade com Juvenal nasceu quando aceitei que ele ficasse na diretoria. Alguém que passou oito anos na presidência, ficar na diretoria… bom, aceitei” revelou Aidar.

Desde a segunda-feira (14), Aidar saiu disparando contra tudo e contra todos. Além de Ataíde, Osório e Leco, Rogério Ceni também esteve na mira do ex-presidente. “Eu já achava que estava na hora de abrir espaço para outro goleiro no ano passado, mas houve uma baita pressão e ele ficou até agora”.

Ceni respondeu: “Primeiramente, eu desejo que ele possa esclarecer todos esses fatos [ligados à renúncia]. Talvez seja uma pessoa que precise de um pouco de ajuda nesse momento. Às vezes é um momento depressivo para a pessoa, em que ela fica numa situação difícil. Eu também estou parando e, nessas horas, você precisa do auxílio de amigos. Não vou polemizar absolutamente nada”, afirmou Ceni. “Não vi a entrevista porque foi uma semana muito intensa. Mas as pessoas que são próximas a ele e que vivem o dia a dia dele podem ajudá-lo nesse momento”.

Crédito da foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net