Allianz Parque começa 2016 em crise operacional

De acordo com informações do repórter Rodrigo Capelo, da Revista Época, a construtora WTorre, a empresa AEG, responsável pela gestão do estádio, e a Traffic, responsável pela comercialização de camarotes da arena, entraram em rota de colisão por conta da falta de pagamentos. Como não participa da operação do Allianz Parque, o Palmeiras apenas acompanha o imbróglio.

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Se dentro de campo o Palmeiras está muito bem obrigado, fora dele acompanha mais um imbróglio envolvendo o seu estádio. Além da briga judicial direta com a WTorre por conta das cadeiras da arena, o Verdão agora vê a construtora do seu estádio envolvida em mais confusão, desta vez com a AEG e a Traffic.

De acordo com informações do repórter Rodrigo Capelo, da Revista Época, a falta de repasse de comissões à Traffic pela comercialização de camarotes do estádio já ganhou a esfera judicial, sendo a WTorre obrigada a pagar pela Justiça. Ainda segundo a publicação, o valor devido pela WTorre chega a R$ 2,2 milhões.

Já no caso do imbróglio com a AEG, o valor chega a R$ 4 milhões, mas a cobrança ainda não chegou à esfera judicial. A empresa americana cobra a construtora do Allianz Parque também em repasses não feitos pelo trabalho de gestão do estádio. A Wtorre se defende dizendo que não deve nada à AEG.

Após a resolução destes casos, WTorre e Traffic não seguirão com a parceria. Já a AEG estuda refazer o contrato com base na experiência dos últimos 14 meses de parceria. O Palmeiras não se manifesta a respeito e apenas acompanha o desenrolar dos fatos.

Foto: Divulgação / Allianz Parque