Descubra por que o palmeirense vai curtir a próxima tatuagem de Dudu

Getty Images - DUDU: o atacante negociava com Corinthians e São Paulo, chegou a ser oficializado pela imprensa como reforço para o técnico Tite... só esqueceram de combinar com o Palmeiras, que levou a melhor e contratou o jogador.

Quando chegou ao Palmeiras, em janeiro de 2015, Dudu era o centro das atenções na Academia de Futebol. Tanto pelo status de reforço de peso quanto pela quantidade de tatuagens que tem no corpo todo. É no abdômen, é no braço, é no pescoço… A paixão pela arte no corpo nasceu quando ainda jogava na Ucrânia e, nos próximos meses, essa “coleção” tem tudo para crescer. Quem deverá gostar bastante, além do camisa 7, é o torcedor alviverde.

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Em entrevista ao UOL Esportes, Dudu revelou, entre tantas coisas, o sonho de fazer uma tatuagem em homenagem à Libertadores e ao Mundial. Durante o período que está no Palmeiras, o artilheiro do clube em 2015 não fez mais nenhuma, plano que deve ser diferente nessa temporada.

“Não fiz ainda, não. Vou esperar um pouco. Quem sabe não posso fazer (uma tatuagem) da Libertadores e do Mundial. Seria bem melhor”, afirmou o atacante. Após três anos, o Palmeiras voltará a disputar a Libertadores, competição mais importante do continente e a qual o time conquistou em 1999.

A expectativa por um bom desempenho no torneio sul-americano se dá pela montagem do elenco para 2016. O Palmeiras não perdeu quase peças do grupo de 2015 e ainda ganhou oito reforços. Certamente o torcedor do Verdão acredita ainda mais no bicampeonato da competição e nova chance de conquistar o Mundial pela segunda vez (a primeira taça veio em 1951), vingando a chance desperdiçada em 99.

Para esse tipo de competição, Dudu sabe que, além dos gols (foi o artilheiro do clube em 2015, com 15 tentos), terá que mostrar ainda mais raça dentro de campo. O temperamento explosivo e a característica de ser decisivo ao Palmeiras, isso sem contar a mesma camisa 7, faz o jogador de 24 anos ser comparado com Edmundo, ídolo eterno do Verdão.

Lisonjeado pela lembrança, Dudu adotou postura humilde na entrevista e enfatizou que falta muito para se tornar uma referência aos torcedores alviverdes. “Para ser ídolo tem de ganhar muito mais coisa, fazer muito mais pelo clube. Estou no começo ainda, quem sabe um dia… Fico feliz com a comparação (com Edmundo), pelo que ele representa ao clube. Espero seguir os caminhos dele, as coisas boas que ele fez aqui, os títulos que conquistou. Espero fazer isso esse ano, no ano que vem, o tempo que eu estiver aqui”.

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Foto de capa: Getty Images



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.