Apresentado, Régis precisará jogar contra a “maldição” da camisa 30 no Palmeiras

César Greco/Ag. Palmeiras

O meia Régis, de 23 anos, foi apresentado oficialmente como novo reforço do Palmeiras para 2016, nesta sexta-feira (15), após o último treino da equipe em Itu. O meia, que foi contratado por empréstimo junto ao Sport Recife, recebeu das mãos do gerente de futebol do Verdão, Cícero de Souza, a camisa 30 – o que pode não ser um bom sinal.

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Não é de hoje que quem veste a camisa 30 do Palmeiras passa por um time de “maldição”. Será que Regis será o primeiro a quebrá-la?

A maldição começou após a segunda passagem de Kléber Gladiador pelo clube. O jogador, que era visto como um ídolo para a torcida, saiu pelas portas do fundo e sendo tratado como um Judas. De lá pra cá, quem vestiu a camisa usada pelo Gladiador não teve muita sorte.

Em 2013, Bruno Dybal foi o responsável por usar a camisa. O garoto que sempre foi elogiado nas categorias de base do Verdão teve poucas oportunidades, mesmo com o time jogando a série B do Campeonato Brasileiro. Ele acabou sendo emprestado ao Oeste no mesmo ano e após não atuar em nenhum jogo da equipe do interior paulista, foi devolvido ao Palmeiras no final do ano. Até hoje não vingou como profissional.

Para 2014, o Palmeiras contratou Bruno César, com a expectativa de que ele pudesse ser o grande destaque e fazer sombra para o titular Valdívia no meio campo. Chegou do Al-Ahli, da Arábia Saudita com status de grande contratação, recebeu das mãos do presidente a camisa 30, mas não correspondeu às expectativas. Foram apenas 20 jogos e 2 gols anotados. Ainda conviveu com algumas lesões, forma física “avantajada”, e duas expulsões. Definitivamente não deixou saudades.

Foto: Divulgação/Montagem
Foto: Divulgação/Montagem

Na temporada passada, ano em que o Palmeiras passou por uma grande reformulação, a camisa 30 teve dois donos. No primeiro semestre ela foi usada pelo meia Alan Patrick, que se lesionou e desfalcou o time em boa parte do Paulistão. Sem agradar, acabou tendo seu empréstimo repassado ao Flamengo.

Já no segundo semestre, quem vestiu a camisa foi Fellype Gabriel, outro jogador que também não se deu muito bem. Lesionado, o jogador só entrou em campo uma vez na última temporada. Chegou a ser especulado no Vasco e no Botafogo, mas acabou permanecendo no time para 2016.

Vamos torcer para que o Régis, enfim, quebre a maldição.

Foto: Divulgação/Palmeiras