Revista diz que estádio do Palmeiras está com nome sujo na Justiça

Divulgação/Allianz Parque

A Real Arenas, braço criado pela construtora WTorre para a gestão do Allianz Parque, estádio do Palmeiras, enfrenta uma série de problemas na Justiça. É o que informa o jornalista Rodrigo Capelo em sua coluna no site da Revista Época.

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Segundo informações do jornalista, a Real Arenas registra 367 processos em cartórios de São Paulo e Barueri. Todos as ações são pelo mesmo motivo: falta de pagamento da empresa, num valor que ultrapassa R$ 14 milhões.

Os reclamantes da dívida do estádio do Palmeiras são as empresas que prestaram algum tipo de serviço de melhoria do Allianz Parque: impermeabilizantes, argamassa concreto, areia, aço, elétrica e revestimentos.

A mesma coluna informa que o protesto de dívidas em cartório é um recurso utilizado comumente pelos reclamantes para constranger o devedor, como uma prova da sua inadimplência.

Procurada pelo colunista da Revista Época, a WTorre alegou que, mesmo com o período de crise econômica que o país enfrenta, conseguiu entregar em 2015 o maior edifício corporativo de São Paulo, além de outros empreendimentos da mesma grandeza em outros cantos do país.

Crédito da foto: Divulgação/Allianz Parque



Jornalista de esportes desde 2005, com passagem pelo UOL e Terra. Editor de comunidades do Torcedores.com e blogueiro do renanprates.com