Conheça 6 tradições do Super Bowl

Crédito da foto: Reprodução/site oficial da NFL

O Super Bowl chega à sua 50ª edição neste domingo (8) com o embate entre Denver Broncos e Carolina Panthers. No entanto, muita da tradição do evento acontece quando a bola oval não está em jogo.

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Show do Intervalo
O show do intervalo é um dos grandes momentos do Super Bowl. Existe desde a primeira edição do Super Bowl, em 1967, que teve a participação do trompetista Al Hirt, da Banda Marcial Sinfônica da Universidade do Arizona e da Banda Marcial da Universidade Estadual de Grambling.

Desde então, grandes nomes da música atuaram no intervalo do Super Bowl. Entre eles estão Michael Jackson, Stevie Wonder, Tina Turner, Aerosmith, Rolling Stones, Paul McCartney, Bruce Springsteen, The Who e Beyoncé. No Super Bowl XLIX, a festa ficou por conta de Katy Perry, Lenny Kravitz e Missy Eliott. Neste ano, Coldplay, Beyoncé e Bruno Mars agitarão o público no Levi’s Stadium.

A montagem e desmontagem do palco do show do intervalo é um verdadeiro trabalho de logística. As equipes responsáveis têm aproximadamente oito minutos para deixar tudo pronto para as apresentações musicais (que duram cerca de 12 minutos) e outros oito minutos para retirar todas as peças e equipamentos que compõem o palco.

Tailgate
O tailgate é marcado pelo convívio. Quem vai ao estádio, abre o porta-malas de seu veículo, monta a grelha e assa carnes em pleno estacionamento. É um momento de diversão para torcedores de ambos os times, que partilham comida e aproveitam para jogar bola antes do início do jogo. No entanto, o tailgate foi proibido para o Super Bowl 50.

Numeração do Super Bowl
Já reparou que o logotipo do Super Bowl está diferente neste ano? Pois bem, esta é a primeira vez desde o Super Bowl V que a decisão não terá numerais romanos.
A NFL adotou os numerais romanos para solucionar um problema. A temporada regular acontece de setembro a dezembro, mas os play-offs e o Super Bowl só são disputados no início do ano seguinte. Portanto, o uso dos numerais romanos evitam confusões.

Mas por que isso não foi feito no Super Bowl 50? O número 50 em numerais romanos é L. Entre os estadunidenses, a letra L é associada à palavra “loser” (perdedor) e a NFL achou por bem nenhum dos finalistas ficar com essa referência em sua história.

No entanto, a NFL já confirmou que a próxima edição do Super Bowl voltará a usar os numerais romanos. Assim, em 2017 teremos o Super Bowl LI.

Lançamento de moeda
Momentos antes do começo da decisão, a moeda é lançada ao ar para averiguar quem começa recebendo a bola e quem tem o direito de escolher em qual metade do campo quer iniciar a partida. Na temporada regular e nos play-offs, isso fica a cargo do árbitro. Já no Super Bowl, esta tarefa é atribuída a personalidades importantes, de ex-jogadores a presidentes. A tradição começou em 1978, no Super Bowl XII, quando o antigo jogador dos Chicago Bears e membro do Hall da Fama Red Grange lançou a moeda. De lá para cá, atletas que fizeram história no futebol americano como Dan Marino (ex-Miami Dolphins) e Jerry Rice (ex-San Francisco 49ers, Oakland Raiders e Seattle Seahawks) continuaram a tradição.
No Super Bowl XIX, em 1985, Ronald Reagan se tornou o primeiro presidente a lançar a moeda, em uma transmissão ao vivo da Casa Branca. Por sua vez, em 2002, George H. W. Bush foi o primeiro presidente (ou melhor, ex-presidente), a fazer o lançamento no estádio, no Super Bowl XXXVI.

Apostas
As apostas ligadas ao Super Bowl vão muito além da equipe campeã ou de quem será o MVP da jogo. Algumas delas, inclusive, não têm ligação nenhuma com o que é feito durante o jogo.
Para o Super Bowl 50, algumas das apostas são: Peyton Manning irá anunciar aposentadoria ao final do jogo? Qual a cor dos sapatos de Beyoncé no show do intervalo? Que música o Coldplay vai tocar primeiro? Haverá um terremoto durante o jogo? (Detalhe: neste último, o narrador deve mencionar o terremoto ao vivo entre o apito inicial e o final).
E claro, há muito dinheiro envolvido. De acordo com um estudo da Associação Americana de Jogo, o Super Bowl 50 vai movimentar cerca 4,2 bilhões de dólares em apostas, 97% delas ilegais.

Comida. MUITA comida!
O Super Bowl é motivo de convívio, não só no estacionamento do estádio, mas também em restaurantes e em residências dos fãs de futebol americano. E todo esse clima é acompanhado de muita comida. Nachos com queijo, asinhas de frango, sanduíches e salgadinhos já fazem parte das reuniões entre amigos e familiares que se juntam para assistir ao Super Bowl. A decisão do futebol americano é a segunda data em que mais alimentos são consumidos nos Estados Unidos da América, perdendo apenas para o Dia de Ação de Graças.

Crédito da foto: Reprodução/site oficial da NFL