Flamengo estuda reformar estádio do América-RJ para uso no Brasileirão

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Reprovado depois do primeiro jogo pelo Campeonato Carioca, o estádio Giulite Coutinho, em Edson Passos, voltou para a pauta do Flamengo na busca por estádios visando o Campeonato Brasileiro.

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Em fevereiro, a casa do América não agradou o técnico Muricy Ramalho devido à grama alta, quando o time enfrentou o Resende. Para piorar, a partida na época quase não pôde ser realizada no local por uma série de problemas na estrutura.

O Rubro-Negro analisa a possibilidade de se juntar ao rival Fluminense (outro sem casa fixa em 2016) na série de intervenções necessárias para a reforma do estádio do América para receber alguns de seus jogos no Campeonato Brasileiro. O custo estimado do gramado estaria na casa dos R$ 100 mil para uma melhoria.

De acordo com o site GloboEsporte, o Fluminense admitiu o desejo de fazer uma pequena reforma nos vestiários em Edson Passos, e gostaria de um parceiro para custear as obras, orçadas em R$ 700 mil. O Flamengo, por sua vez, ainda nega que reavalie a situação do estádio em Mesquita.

O estádio ainda precisaria de um laudo de Corpo de Bombeiros e Polícia Militar para aumento da capacidade do estádio em Edson Passos para 15 mil pessoas, o mínimo estabelecido pelo regulamento da CBF. Atualmente o estádio comporta 9.940 torcedores.

Apesar de ainda não se pronunciar sobre o tema, a cúpula rubro-negra tem um pedido do elenco e Muricy Ramalho de evitar viagens longas por enquanto. Até aqui, o clube jogou em 12 cidades diferentes em três competições. Uma outra alternativa para o Flamengo no Brasileirão é o Raulino de Oliveira, onde a equipe jogou várias vezes em 2016.

A favor de Edson Passos, todavia, pesa o fato de não ser necessária uma viagem. A Cidade do Aço fica a cerca de 130 quilômetros do Rio de Janeiro, contra 240 km de Volta Redonda. O Urubu ainda tentou conversar com o Vasco sobre São Januário, mas ouviu um “não” de Eurico Miranda.

O estádio Mané Garrincha, em Brasília, também pode ser uma opção, mas o gramado da arena preocupa. O piso não recebe tratamento desde fevereiro, quando se encerrou o contrato com a empresa Greenleaf.

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Foto: Divulgação



Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.