22 anos sem Ayrton Senna, e a F1 se sucumbiu desde então..

A maior era da F1..
22 anos sem o brilho e genialidade do maior piloto da história da F1
22 anos sem o brilho e genialidade do maior piloto da história da F1

 

O dia 1º de maio marca o fim não apenas de uma era, mas sim, uma historia roteirizada como o primor dos Deuses e a excelência de uma geração, definida pelo o talento, qualidade e competitividade. Assim, se traduz a era Senna..

A curva de Tamburello que dava fim a vida do maior piloto da história da F1, colocava em cheque, o real valor da humanidade e sobre quais preceitos estavam escritos, sob o ponto de vista: ético, moral.

A vida sendo trocada por alguns milhões em publicidade, empresários, marqueteiros, pensando: ‘quanto vou perder sem o acontecimento de tal corrida!?’

O famoso título da canção do Queen “Show Must Go On”, ou seja, o show deve continuar. Sobre qual paradigma? Passar como carros ultrassônicos sobre poças de sangue, como verdadeiros gladiadores?!

A F1 pós Ayrton Senna se condicionou em um período medíocre com pilotos medianos, tirando o alemão Schumacher, que sobressaiu e passou por cima de todos, inclusive de pilotos de muita qualidade, como o brasileiro Rubens Barrichello, companheiro e ‘engenheiro’ de carro do alemão.Barrichello foi mais que um companheiro, se submeteu demais, trocando o seu sonho de ser campeão, por algumas cifras a mais e uma longevidade na equipe da Ferrari, que erroneamente, não se confirmou. Foram anos na equipe italiana, em que nunca passou de ser, um simples e completo, coadjuvante.

Os louros de Mansell, Piquet, Prost e Senna, viraram meros troféus de estante, empoeirados com o tempo, mas que sempre se renascem, como uma verdadeira Fênix. 22 anos, não são 22 dias.. o sentimento de nostalgia, a saudade que só cresce a cada dia, só confirma um status, ‘nada pode voltar’, mas a lembrança da lucidez da memória, são como verdadeiros frutos, que ressurgem com toda pompa, cor, alegria.

A história não se apaga se perpetua. Assim são os heróis.. Pessoas capazes de ressuscitar o melhor que temos em cada um de nós, como poder sensitivo, faz do seu legado, o seu coliseu, cheio de boas lembranças e histórias pra contar.

Dia 1º de maio, o país celebra mais 1 ano sem Ayrton Senna, mas com a sensação que a sua obra é eterna e que a morte é apenas um fato.

A sua história, seu legado, será sempre eterno, por que os Deuses, nunca morrem, apenas não competem mais neste plano, como um ato supremo, digno dos grandes heróis; competir do lado de maior de todos, sob a batuta de nosso senhor Jesus Cristo.

O Instituto Ayrton Senna como um jardim, floresce em forma de esperança. Crianças e sonhos fazem a perfeita simbiose, que caminham como Senna, na estrada da vida, com a velocidade do crescimento e o legado do ‘herói’, que perpetua a sua espécie, com a vigília espiritual de um verdadeiro ‘pai’, ‘espírito santo’, ‘amém’…