De 1 a 11: o melhor Palmeiras que eu vi jogar

Foto: Friedemann Vogel/Getty Images)

Dando continuidade a série “De 1 a 11, o melhor Palmeiras que eu vi”, agora um time de quem acompanha o clube desde 2008/2009 e nasceu em 1995, não tendo a oportunidade de ver uma das gerações mais fortes da história do clube, como a dos anos 90, nem as acadêmias da década de 1960 e 1970.

Com uma base que teve bons jogadores que estiveram em elencos fracos, na maioria das vezes, esta é a minha lista:

Fernando Prass – O goleiro que veio do Vasco para jogar a Série B sempre fez ótimas partidas. Marcos era outro que entraria na lista, mas o seu declínio de carreira desde que comecei a acompanhar e a fase vivida por Prass fica difícil o tirar desta lista. Os milagres que Prass faz hoje e desde 2013, Marcos fez muito nos anos 90 e 2000. Meses antes de se aposentar, quando comecei a acompanhar diariamente o Palmeiras, Marcos não repetia as mesmas atuações de outrora.

Cicinho – Jogou bem no Palmeiras e foi campeão da Copa do Brasil de 2012. Era um dos melhores jogadores do time em 2011. Saiu para o futebol europeu e viu seu futebol cair, mas foi o melhor lateral que vi do clube.

Henrique – Chegou em 2008, foi campeão paulista, saiu para a Europa e voltou em 2011. Ganhou a Copa do Brasil fazendo mais de uma função, chegando a jogar como volante. Saiu em 2014 brigado com Nobre, mas era querido pelos palmeirenses.

Danilo – Sempre fez partidas seguras, não deixava o time na mão. Era um líder da defesa entre 2009 e 2011.

Zé Roberto – Chegou em 2015 no meio da reformulação do Palmeiras e se destacou na lateral. Perdeu a posição em alguns momentos, mas foi decisivo em várias partidas, sendo o capitão do clube ano passado.

Pierre – Volante aguerrido, marcador e sem bola perdida. Pierre é ídolo do Palmeiras por sua passagem de 2007 até 2011. No último jogo do Palmeiras contra o Fluminense, Pierre teve seu nome cantado pela torcida alviverde, o que prova da importância que teve para o time enquanto defendeu o Palestra.

Marcos Assunção: Sensacional em bolas paradas, Marcos Assunção era um terror para qualquer adversário. O jogador tinha uma precisão para bater faltas como poucos. Não ajudava tanto na marcação, mas tinha um passe diferenciado e foi muito importante para o Palestra entre 2010 e 2012.

Valdívia – O Mago teve duas passagens diferentes. Uma foi extremamente bem e na outra questionado por pouco jogar, mas sempre mostrou ter uma qualidade que nenhum meia apresentou de 2007 em diante. Passes e lançamentos precisos, Valdivia se não tivesse as lesões e fosse mais dedicado poderia ser um dos grandes camisas 10 da história do Palmeiras.

Cleiton Xavier – O jogador está ainda no clube, fazendo sua segunda passagem pelo Palestra. Tem muitas qualidades e foi essencial para o bom ano de 2009 do clube. Ainda hoje, mesmo mais velho, mostra ser diferenciado.

Kléber Gladiador –  Aguerrido, o jogador ganhou a torcida do Palmeiras pelas ótimas atuações em 2008. Voltou ao clube em 2010, sem o mesmo sucesso, mas ainda agradando a torcida pela sua vontade. Não havia bola perdida para o Gladiador, que saiu brigado com a torcida, direção e jogadores.

Barcos – O argentino ficou apenas um ano no Palmeiras, mas mostrou que valeu a pena sua contratação. Chegou prometendo muitos gols e cumpriu a promessa. Foi decisivo na Copa do Brasil, e foi um dos artilheiros do Brasil no ano de 2012. Tinha presença de área e sabia jogar fora da área.

 



Jornalista formado pela FIAM-FAAM. Setorista do Internacional e do Fluminense no Torcedores.com. Também escreve sobre o Palmeiras no site. Contato: mohamed.nassif12@hotmail.com