A um mês do Rio-2016, seleção feminina disputa fase final do Grand Prix sem definições

Foto: Confederação Brasileira de Vôlei

A seleção feminina de vôlei irá comemorar o mês de antecedência dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro com a disputa da fase final do Grand Prix de Vôlei, na Tailândia. Ainda com muitas indefinições no time que irá representar o Brasil nos Jogos, o time de Zé Roberto tem a semana decisiva para a preparação final do seu maior objetivo, o tricampeonato olímpico.

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A primeira tarefa da comissão técnica é utilizar esses jogos da fase final torneio para entrosar mais as jogadoras e definir o time titular para a partida de estreia nos Jogos Olímpicos diante da frágil seleção de Camarões, no dia 06 de agosto, às 15h. Diferente do Grand Prix nas Olimpíadas o técnico pode escolher apenas 12 jogadoras, ao invés de 14 nomes.

O grupo que vai brigar pelo tricampeonato ainda tem algumas indefinições, já que, são poucas as atletas confirmadas nos jogos. A principal delas é a disputa pelo posto de segunda levantadora, com Dani Lins com a vaga de titular, a seleção ainda espera pelo condicionamento físico de Fabíola, que voltou aos treinos após dar a luz a sua segunda filha. Caso a jogadora não tenha condições, Roberta assume o posto.

Outra disputa está no meio de rede, com as titulares Thaísa e Fabiana resta apenas uma vaga em tese para ser completada. Brigam pela disputa a central Juciely, que atuou em algumas partidas do Grand Prix como titular, e Adenízia, que está sendo utilizada pelo treinador brasileiro como além de meio, como oposta.

Apesar de as quatro ponteiras definidas Gabi, Fernanda Garay, Jaqueline e Natália a sua disposição, falta definir a dupla titular. Natália foi testada durante todo o Grand Prix na sua função de origem, mas, pode ser utilizada como uma segunda oposta. Jaqueline e Gabi com problemas físicos no início da preparação ainda não renderam o esperado. E a única titular da posição é Fernanda Garay.

Na posição de líbero a briga parede direta entre Camila Brait e Leia, a primeira participou praticamente de todo o ciclo olímpico e a segunda está ganhando cada vez mais espaço. Já as opostas a única indefinição está na condição física de Tandara, já que Sheilla deve ser a titular durante os Jogos Olímpicos.

Há um mês dos Jogos Olímpicos a seleção feminina deve aproveitar essa fase final para medir forças diretas com os seus principais adversários, como Estados Unidos, Rússia e China.

Foto: Confederação Brasileira de Vôlei