Saiba as diferenças entre luta greco-romana e luta livre olímpica

Crédito da foto: Divulgação/Confederação Brasileira de Lutas Associadas

Às vésperas das Olimpíadas, o interesse da população pelos esportes olímpicos só tem aumentado. Por isso, o Torcedores.com preparou uma série de especiais sobre o assunto, que começa agora, com as diferenças entre a luta greco-romana e a luta livre.

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Para iniciar, é importante ressaltar que ambos os esportes fazem parte da luta olímpica. Ou seja, os dois estilos se encaixam nessa categoria.

Na luta greco-romana, as únicas partes do corpo que são permitidas para ataque e defesa são os braços e o tronco. Já na luta livre, como o próprio nome indica, o atleta pode usar qualquer parte da sua constituição física. Essas são as principais diferenças.

A duração das lutas é a mesma – são três minutos para cada round (a disputa conta apenas com dois rounds), com intervalo de 30 segundos, no qual o lutador é autorizado a beber água ou a receber instruções do treinador.

Outro aspecto que difere uma modalidade da outra, de acordo com as regras da Confederação Brasileira de Lutas Associadas (CBLA), é o fim do combate ante uma desigualdade muito grande na pontuação. Nesse caso, o estilo greco-romano leva vantagem, já que a disputa pode acabar antes. Isso porque, se um dos atletas estiver à frente no placar com oito pontos de diferença, automaticamente é decretado o vencedor. Para isso acontecer na luta livre, a desproporção exigida é um pouco maior: 10 pontos.

Por que acompanhar à luta olímpica nas Olimpíadas?

Esta é, provavelmente, a última oportunidade para quem quiser conhecer mais sobre o esporte nos Jogos Olímpicos. A partir das Olimpíadas de 2020, essas duas modalidades serão extintas do torneio.



Jornalista, assessora de imprensa e pós-graduanda em Jornalismo Esportivo e Multimídias. Amante dos esportes desde sempre e apaixonada por futebol inglês.