5 esportes olímpicos em que os homens brasileiros estão melhores que as mulheres

Ontem, citamos 5 esportes olímpicos em que o Brasil deve ter uma performance feminina melhor do que masculina. Hoje, faremos o contrário: listamos para vocês 5 esportes em que os homens devem ter uma performance melhor do que as mulheres, apesar de todo o crescimento feminino nos últimos tempos.

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1- NATAÇÃO

bruno fratus

Quarto esporte que mais medalhas já deu ao Brasil em Jogos Olímpicos, a natação continua sendo predominantemente masculina. Apesar do surgimento de novos talentos femininos como Etiene Medeiros, do número de finais em mundiais estar aumentando e dos tempos estarem baixando, é muito difícil que uma mulher consiga conquistar a primeira medalha feminina da história da natação na Rio 2016. SIm, Ana Marcela Cunha é uma das favoritas na maratona aquática, mas se formos levar em conta somente as provas na piscina, veremos que as chances femininas de medalha praticamente inexistem. Dentre os homens, o Brasil tem boas chances de medalha nas provas dos 50m livre, 100m livre, 100m peito200m medley e nos revezamentos 4x100m livre e 4x100m medley.

 

2 – BASQUETE 

basquete masc

O basquete é um esporte que vive uma montanha russa de bons resultados femininos e masculinos. Até os anos 1990, os homens estavam à frente das mulheres, com a geração de Oscar e a anterior, campeã mundial nos anos 1960. A Partir de 1990, os homens decaíram e as mulheres cresceram, muito em virtude da excepcional geração de Hortência, Paula e Janeth. Os homens ficaram fora dos Jogos de 1996 até 2012 enquanto que as mulheres conseguiram no período um título mundial (1994), uma medalha de prata olímpica (1996) e mais uma de bronze (2000). Ultimamente, as mulheres perderam a força de outrora e os homens voltaram a ter um time competitivo, com muitos jogadores na NBA e com um técnico campeão olímpico. Na Rio 2016, o basquete masculino tem chances de medalha, enquanto que o feminino, não. (Confira aqui a análise completa do basquete olímpico aqui e aqui)

 

3 – BOXE

robson conceicao

O Boxe voltou a dar medalhas ao Brasil nos Jogos de Londres 2012 após um longo período de tempo. Foram duas medalhas para os irmãos Yamaguchi e Esquiva Falcão e uma inédita para o boxe feminino com Adriana Araújo. Apesar disso, para a Rio 2016, Adriana perdeu a força que tinha há quatro anos e dificilmente repetirá o excelente resultado de Londres e não há uma outra lutadora capaz de surpreender. Dentre os homens, ainda que os irmãos Falcão tenham migrado para o boxe profissional, há de duas a três chances de medalha para os homens (descubra quem na análise completa da modalidade).

 

4-CANOAGEM VELOCIDADE

isaquias 2

Maior surpresa no último ciclo olímpico, a canoagem tem tudo para dar ao Brasil ao menos uma medalha na Rio 2016. Isaquias Queiroz é o grande nome do momento e podre trazer até 3 medalhas nas 3 provas que disputará. O Brasil ainda tem 5 homens que disputarão as provas, ainda que sem chances de medalha. Já entre as mulheres, apenas uma integrante conseguiu se classificar. O grande nome feminino da canoagem é Ana Sátila, que disputa as provas da Canoagem Slalom. (Confira as chances de Isaquias no Guia da Modalidade)

 

5- TIROS: COM ARCO E ESPORTIVO

TIRO COM ARCO BRASIL HOMENS

Dois esportes que cresceram muito no Brasil nos últimos tempos e que podem surpreender na Rio 2016. Felipe Wu e Marcus Vinicius D’Almeida são jovens promessas que obtiveram bons resultados a nível mundial e tem possibilidade de medalhar nesta Olimpíada. Na disputa por equipes do tiro com arco (foto), o Brasil teve um bom quarto lugar em uma das etapas da Copa do Mundo em 2016 mesmo sem a participação de Marcus Vinícius, grande nome do Brasil, o que prova que aos poucos a modalidade está crescendo entre os homens. Já as mulheres não possuem a mesma e nem tem nenhuma grande atleta despontando. Confira a análise e chances do Brasil no tiro com arco e tiro esportivo.



Paulistano, 27 anos, deixou a publicidade e o marketing esportivo para ingressar no jornalismo e conseguir cobrir grandes eventos esportivos. Apaixonado por esportes olímpicos e futebol americano, sonha em estar no Rio de janeiro em 2016 para cobrir os Jogos Olímpicos in loco.