Azar? Robinho aponta solução para reação do Cruzeiro: “Jogar mal para ver se ganha”

Robinho - Santos 2 x 0 Cruzeiro
Foto: Ivan Storti/ Flickr oficial do Santos FC

Vice-lanterna no Brasileirão, o Cruzeiro chegou à quarta derrota seguida (décima na competição). O meia Robinho, emprestado pelo Palmeiras ao clube mineiro, não parece nada contente com a situação. Ainda mais sob as circunstâncias dos últimos resultados.

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Após o 2 a 0 sofrido contra o Santos, o camisa 19 lamentou mais um placar desfavorável mesmo com um bom desempenho do time. “Jogando bem de novo. Vou começar a pedir para o nosso time jogar mal para ver se ganha, porque joga bem e perde. Difícil falar”, disse.

O jogo na Vila Belmiro marcou a reestreia de Mano Menezes no comando da equipe celeste. Apesar das chances criadas, o gol não saiu. Somado à ineficácia no ataque, Robinho também aponta o azar como fator determinante nas últimas partidas.

“Não dá para entender. A gente está tendo um pouquinho de azar também. Está faltando um pouco de sorte. Os caras foram lá e fizeram. Futebol tem de ser mais efetivo nas chances. Estamos criando e não estamos fazendo. Eles estão indo lá e com uma ou duas oportunidades estão fazendo”, explicou.

Agora, o meia torce para que o novo técnico cruzeirense consiga dar continuidade ao trabalho para que o time tenha uma reação o mais rápido possível. “É trabalhar e acreditar no que o Mano passa para a gente. Temos que buscar os pontos em casa. Sabíamos que era difícil jogar aqui. Fizemos um bom jogo, mas infelizmente em dois vacilos tomamos os gols. Agora é levantar a cabeça e torcer para o Mano dar um padrão”, concluiu.

Com apenas 15 pontos em 17 rodadas, o Cruzeiro volta a campo na próxima quinta (3), na Arena Independência, onde recebe outro time em má fase: o Internacional, que já não vence há nove jogos.



Jornalista formado pelo Mackenzie (SP), pós-graduado em Jornalismo Esportivo e Multimídias e pós-graduando em Assessoria de Comunicação e Mídias Sociais pela Anhembi Morumbi (SP). Apaixonado por esportes desde 1994.