Técnica sueca se torna a grande algoz da seleção brasileira de futebol feminino

Reprodução/YouTube

A técnica sueca Pia Sundhage segue fazendo história: está classificada para a sua terceira final olímpica consecutiva (venceu as duas últimas olimpíadas a frente da seleção americana). E se consolida de vez como a grande algoz do Brasil na modalidade: hoje, a seleção brasileira de futebol feminino sofreu sua terceira eliminação para a atual treinadora da Suécia.

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Pia Sundhage dispensa apresentações para quem acompanha o futebol feminino: bicampeã olímpica com a seleção norte americana, e vice campeã mundial em 2011, a técnica sueca é um dos grandes nomes da modalidade. E agora, com certeza se tornou um nome temido para as brasileiras, afinal de contas, a eliminação da seleção brasileira hoje para a seleção da Suécia, foi a terceira eliminação seguida do Brasil para uma seleção comandada por ela.

Nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008, Brasil e Estados Unidos fizeram a final do futebol feminino, e após o empate em 0 a 0, na prorrogação, a seleção norte americana fez um gol com Lloyd e garantiu a medalha de ouro. Quem estava a frente da seleção dos Estados Unidos era a técnica sueca Pia Sundhage.

Sundhage e as jogadoras norte americanas voltariam a cruzar o caminho da seleção brasileira de futebol feminino três anos depois, no Mundial. As duas seleções se enfrentaram na fase de quartas de final da competição, e após novo empate (desta vez em 2 a 2) tanto no tempo normal quanto na prorrogação, a partida foi definida nos pênaltis. E novamente as americanas levaram a melhor.

Hoje, Pia Sundhage voltou a cruzar o caminho brasileiro em um jogo eliminatório, mas desta vez a frente da seleção sueca. E apesar da goleada brasileira na primeira fase (5 a 1), desta vez a partida não foi fácil, e após o empate em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, o Brasil foi derrotado nos pênaltis. Realmente, Pia Sundhage é uma pedra no sapato da seleção brasileira.