Árbitro de Corinthians e Fluminense errou em dois lances capitais, analisa Denílson

Palmeiras
Foto: Reprodução TV/Bandeirantes

Corinthians e Fluminense voltaram a realizar uma partida recheada de reclamações contra a arbitragem. Assim como já havia acontecido na última quarta-feira, quando os paulistas eliminaram os cariocas da Copa do Brasil, o árbitro do jogo do último domingo saiu de campo criticado por torcedores. A diferença, é que desta vez foram os corintianos que se sentiram prejudicados por Anderson Daronco.

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Durante a edição do programa Jogo Aberto da Bandeirantes desta segunda-feira (26), o ex-jogador e agora comentarista Denílson, analisou que o árbitro gaúcho errou em dois lances que mudaram os rumos do confronto.

O primeiro lance comentado foi um suposto pênalti não marcado para o Fluminense. No lance, o meio-campo do Corinthians Marquinhos Gabriel teria impedido que Marcos Júnior, atacante do Fluminense, tivesse condições de alcançar a bola para finalizar.

“Vendo o jogo, no primeiro momento eu já falei que tinha sido pênalti. Porque ele (Marquinhos G.) esquece a bola e, com o braço direito, já começa a agarrar o Marcos Júnior. E depois, com o braço esquerdo, ele aumenta ainda mais esse ‘agarrão’ e essa carga. Para mim, pênalti claríssimo nesse lance e o árbitro estava muito bem posicionado. Não deu o pênalti porque não quis. Simplesmente assim. Marquinhos Gabriel nem olha a bola, ele vai no corpo do Marcos Júnior e ‘pronto’.” analisou Denílson.

Outro lance polêmico e que gerou discussão foi o gol do Fluminense. Na origem do lance, o atacante Lucca, segundo Daronco, cometeu falta em Igor Julião, do Fluminense. Na sequência, após a cobrança da falta, o zagueiro Gum, em condição irregular, escorou a bola para Cícero marcar o único gol da partida.

“Para mim não houve nem a falta. É só você olhar a trajetória da bola, que muda de direção com o toque do jogador do Corinthians. O árbitro errou também nesse lance. O árbitro também estava bem perto da jogada e o jogador do Corinthians chega primeiro na bola e consegue tocar com o pé direito. (…) Esse é um lance para o auxiliar, o bandeirinha. E ele está ali para isso. Se ‘tá’ um pouquinho ou bastante, impedimento é impedimento.”



Estudante do 9º semestre de jornalismo e amante dos esportes, principalmente o bom e velho futebol. Setorista de Atlético-MG e Futebol Feminino.